A ausência de policiamento nas ruas do Espírito Santo transformou o Estado em um verdadeiro cenário de guerra.

Desde a madrugada deste sábado (4), a Polícia Militar entrou em greve. Os familiares dos policiais fazem protestos em frente ao Destacamento da Polícia Militar (DPM), impedindo a saída das viaturas policiais. O apelo das esposas, filhas e namoradas dos PMs é pelo aumento salarial e o pagamento de benefícios por parte do Estado.

Enquanto isso, o governo do Estado informa que as negociações com os policiais estão suspensas até o retorno dos trabalhos de patrulhamento e atendimento de ocorrências. As aulas nas escolas de Vitória estão suspensas enquanto perdurar a greve.

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Em razão da falta de policiais, os bandidos tomaram conta de todo o Estado e fazem a população viver um verdadeiro pesadelo. Assassinatos à luz do dia, tiroteios, incêndios em ônibus e homicídios sem qualquer explicação estão deixando os moradores com pavor de sair às ruas.

Sem ação da polícia, as pessoas tentam evitar os assaltos e praticarem a autodefesa, juntando-se e agredindo os bandidos. A população clama por segurança, enquanto o governo segue omisso.

Através do Twitter, pedidos de socorro e orações aumentam minuto a minuto:

Segundo relatos, vídeos e fotos dos próprios moradores, os bandidos estão atirando aleatoriamente em qualquer pessoa que passe pelas ruas, o que é ainda mais alarmante.

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As imagens chocam!

Além da omissão do governo estadual e da polícia, internautas reclamam da ausência de notícias por parte da mídia, que ignora o terror vivido pela população do Espírito Santo.

Este é um dos piores cenários já vistos em nosso país. o Estado vive uma #Guerra Civil e clama por socorro. Ninguém parece escutar.

A página Anonymous BR criou, no Twitter, uma lista de recomendações para que as pessoas possam se proteger, entre elas, evitar o uso de armas, formas de revide aos ataques, dá a sugestão para andar em grupos e até estocar alimentos com maior prazo de validade para evitar que a população saia às ruas.

#Espirito Santo #Casos de polícia