No domingo (5), ao meio dia, a orquestra da #Igreja Assembleia de Deus de Guarapuava (PR), formada por crianças, adolescentes e jovens, foi pega de surpresa no templo da Igreja, com a presença de mais ou menos dez policiais militares, após denúncia de som alto feito por uma vizinha.

Segundo informações divulgadas por uma pessoa da igreja, os músicos e líderes da Assembleia de Deus, antes do começo do vídeo, foram tratados pelos policiais de forma abusiva, baseado no relato de uma vizinha que teria reclamado do volume do som do ensaio, que sempre acontece aos domingos de 10 às 11hr da manhã. Depois de uma conversa breve, mandaram que a Igreja fosse aberta e levaram os cabos que fazem parte do som.

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Os responsáveis foram encaminhados à delegacia para prestar depoimento.

Uma componente da igreja disse em postagem no #Facebook que essa vizinha tem atrapalhado todos os tipos de reuniões da igreja, em qualquer horário, que ela entra no templo aos berros; seu esposo já foi armado até a porta do templo na intenção de intimidar os recepcionistas.

Ela também relata que as crianças participantes da igreja e da orquestra já estão com trauma, choram e ficam claramente nervosas com a abordagem da polícia militar nas acomodações da igreja.

O ensaio já havia terminado e o maestro da igreja já havia fechado as portas do templo quando os policiais chegaram. Essa não foi a primeira vez que a Polícia Militar esteve no local após reclamação da mesma vizinha.

Veja o vídeo que foi divulgado e já passa da marca de 1 milhão e meio de visualizações.

Um componente da igreja explicou que o templo tem sua matriz no mesmo local há 60 anos, se relacionando muito bem com os outros vizinhos e o povo da cidade, além disso, dispõe de um aparelho que consegue saber quantos decibéis o som está emitindo e possui horários certos para fazer os seus cultos e reuniões.

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Em outro vídeo, uma pessoa do departamento de comunicação e outra responsável pelos eventos da igreja, explicaram melhor toda essa situação e alegam que estão passando por perseguição, e isso vem acontecendo desde 2014 pela mesma vizinha.

#Casos de polícia