Sete famílias de profissionais da imprensa que foram mortos com a queda do voo da Chapecoense em novembro do ano passado, irão responsabilizar o clube catarinense pela #Tragédia. O advogado das famílias é João Tancredo, que alegou que o clube teria responsabilidade, mesmo sem ter culpa pela queda da aeronave.

Segundo João Tancredo, que tem entre seus clientes, as famílias de Guilherme Marques e a do produtor Guilherme Van der Lars, ambos trabalhavam na TV Globo, informou que quem teria feito o contrato de transporte com a empresa aérea teria sido a Chapecoense. De acordo com o advogado o clube teria a responsabilidade sobre o transportado, teria que deixá-lo em seu destino.

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O advogado informou que já solicitou da justiça, o contrato que foi feito entre a LaMia e a Chapecoense, argumentando que em todo contrato de transporte aéreo existe uma apólice de seguro em caso de #Acidente. Tancredo deseja descobrir quem ficou responsável pelo pagamento da indenização do seguro feito para cada passageiro.

Representando a Chapecoense, o vice-diretor jurídico do clube, Luiz Antônio Palaoro, informo que as famílias deveriam unir forças, contra os verdadeiros culpados. Alegou que o advogado Tancredo poderia acionar judicialmente quem ele quisesse, mas defendeu o clube, informado que a Chapecoense não tem culpa nenhuma, e que também era vítima da tragédia que aconteceu na Colômbia em novembro de 2016.

Palaoro ainda acrescentou: “O ideal é nos unirmos para brigar com seguradoras, companhia aérea e com o governo boliviano.”

O Vice-diretor jurídico da Chapecoense, contou ainda que uma reunião já estava marcada para esta terça-feira (7), com a seguradora na Bolívia, para que fosse abordado o assunto sobre as indenizações das vítimas do acidente.

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Porém, o encontro acabou sendo desmarcado, pois a companhia informou que não teve tempo hábil de analisar toda documentação enviada pela Chapecoense.

Luiz Antônio Palaoro disse ainda que o clube teria oferecido levar a imprensa no mesmo avião em que estavam os integrantes da Chapecoense, por causa da disponibilidade de assentos no avião. Alegando que ninguém teria sido obrigado a entrar no voo. E concluiu afirmando que: “As pessoas que entrarem contra o clube terão caminhos mais tortuosos”.