Após liminar concedida por um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-goleiro #Bruno conseguiu deixar a prisão e atualmente se encontra em casa, com a família, aguardando uma decisão da Justiça sobre um novo julgamento. No entanto, o ex-jogador deu, pela segunda vez, uma entrevista à imprensa e falou sobre diversos assuntos que envolviam a sua carreira de jogador de futebol.

Um detalhe importante na entrevista fica por conta que Bruno demonstrou certa “mágoa” com seu antigo clube, o #Flamengo. De acordo com o ex-atleta, a equipe campeã brasileira de 2009, que contou com a ajuda e participação dele, deveria ao menos ter mandado uma carta para ele como forma de consideração pela sua contribuição em campo.

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Logo depois, Bruno foi preso acusado de matar e esconder o corpo da ex-namorada Eliza Samudio.

Bruno diz que não recebeu sequer uma mensagem amiga de nenhum dos integrantes do time campeão de 2009. “Eu gostaria de ter recebido, no mínimo, uma carta daquele grupo de 2009 do Flamengo, com o qual fomos campeões brasileiros”, disse Bruno, em entrevista à rádio mineira Itatiaia. Ele conta que hoje não quer nada de nenhum dos jogadores daquele ano e nem das pessoas que faziam parte da diretoria do time em 2009.

No entanto, “naquele momento seria importante”, afirmou ele, ser lembrado como um dos jogadores que suou a camisa para que o Flamengo pudesse ser campeão nacional.

“Mas se fosse com qualquer um deles [que estivesse passando por uma prisão], independente do que tivesse acontecido, eu mandaria uma carta.

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Seria até mais radical e iria lá visitar”, diz o ex-goleiro, que afirmou que faria isso independentemente se o companheiro de clube tivesse errado ou não.

“Posso não concordar com o que você fez, mas vim aqui te ver”, explica Bruno sobre o que teria feito, explicando que é uma pessoa solidária. O ex-goleiro terminou a entrevista revelando que naquele momento em que estava preso só queria uma simples carta do seu ex-grupo.

Naquela época, de acordo com o próprio ex-goleiro, a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, teria proibido os jogadores do time de fazer qualquer referência a Bruno ou fazer qualquer tipo de contato com o ex-atleta. No entanto, o ex-atleta disse em entrevista que mesmo assim, se fosse outra pessoa do grupo que estivesse preso, ele mandaria a carta mesmo com a proibição da direção. #ElizaSamudio