Um operador de máquinas foi preso pela polícia acusado de violência sexual contra crianças, na cidade de Goianésia, na região central de Goiás. O acusado, de 36 anos, cujo nome não foi revelado, é o principal suspeito de ter violentado sexualmente três crianças com idade de 2, 4 e 8 anos. As vítimas são netas da sua companheira.

A delegada Poliana Bérgamo, responsável pelo caso disse que o acusado começou a ser investigado no final do mês de janeiro, após a mãe de uma das crianças ter desconfiado. Segundo Poliana, a mulher tinha ido até a casa da sua mãe que, é esposa do indivíduo, e quando tentou assistir TV, viu que alguns canais estavam protegidos por senha.

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Entretanto, umas das crianças disse que o acusado tinha lhe dado a senha. Em seguida, ele desbloqueou um dos canais que o suspeito assistia na frente das vítimas. Quando foi desbloqueado, era canal de conteúdo adulto. A mulher foi até a delegacia para fazer a denúncia.

De acordo com Poliana, no decorrer das investigações, a polícia descobriu que a garotinha de 8 anos foi abusada pelo suspeito no dia 27 de janeiro. No seu depoimento, ela disse que não foi abusada, que o operador de máquinas apenas tinha tocado em suas partes íntimas.

Mas exames feitos na vítima constataram que ouve conjunção carnal. Segundo a vítima, ela não contou a verdade porque, após os abusos, era ameaçada de morte, caso ela contasse o que tinha acontecido para alguém.

As outras crianças também relataram que foram abusadas pelo agressor, mas os exames deram negativo para conjunção carnal.

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Porém, elas apresentavam ferimentos em suas partes íntimas, que compravam que foram vítima de #Estupro de vulnerável. Poliana disse que, além das três meninas, outras três vítimas relataram que o agressor colocava vídeos eróticos para assistirem e, em seguida, praticava atos libidinosos.

Segundo Poliana, a mulher do acusado não sabia dos abusos. O operador de máquina foi preso no dia 3 passado e encaminhado para uma penitenciária, onde está à disposição da Justiça. Caso ele seja condenado, a pena pode variar de 26 a 84 anos de prisão. #Investigação Criminal #Casos de polícia