A confusão de uma idosa matou uma criança de apenas dez meses na manhã do último domingo (19) em Jaú, região central do interior de São Paulo. A avó da menina teria colocado um produto de limpeza na mamadeira da vítima, após confundir o líquido com suco de uva.

Segundo a #Polícia Militar, o produto estava acondicionado em uma garrafa com rótulo de suco, o que gerou toda a confusão. O líquido era roxo e altamente tóxico. A criança ingeriu o produto e começou a passar mal. Desesperada, a família acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que levou o bebê para a Santa Casa da cidade, mas ele acabou não resistindo a intoxicação causada pelo líquido.

Ainda de acordo com a PM, foram apreendidos para perícia o recipiente com o produto de limpeza, a garrafa com rótulo de suco e a mamadeira da criança. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio culposo, indicado para crimes na qual o acusado não tem a intenção de matar.

Na Índia

Uma pesquisa recentemente publicada pela revista médica Lancet desvendou os mistérios por trás da doença que matou centenas de #crianças por ano na Índia ao longo de 20 anos. De acordo com a publicação, as vitimas morreram porque comeram lichia de estômago vazio.

De acordo com o jornal Extra, as lichias possuem toxinas que inibem a produção de glicose pelo organismo. Essa característica afetou as crianças na qual os níveis de açúcar no sangue já eram baixos. A maioria das vítimas era pobre, não se alimentavam durante a noite e moravam na principal região produtora dos frutos na Índia.

Os cientistas pesquisaram os prontuários médicos das vítimas e chegaram a esta conclusão. Entre maio e junho de 2014, os pesquisadores encontraram a substância tóxica que estaria causando inchaço cerebral e convulsões em crianças com mortes semelhantes no Caribe. Dessa forma, descobriram que a toxina estava presente no fruto. As autoridades de saúde emitiram um alerta para os pais limitarem o número de lichias e certificarem que seus filhos estão recebendo refeições à noite para evitar o envenenamento. #fatalidade