Nesta sexta-feira, 24, duas notícias envolvendo goleiros do futebol brasileiro causaram grande repercussão na web. Uma delas foi a decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Melo, em soltar o ex-goleiro Bruno, acusado de participação na morte da ex-amante, Eliza Samudio. Já outro ex-goleiro, Edson Cholbi do Nascimento, conhecido por ser filho do maior atleta de todos os tempos do futebol, o Rei Pelé, teve novo pedido de prisão decretado. A informação foi confirmada pelo site da revista Veja, uma das maiores publicações do país.

O pedido de prisão de Edson foi feito pelo Tribunal de Justiça do estado de São Paulo.

Publicidade
Publicidade

Aos quarenta e seis anos, a justiça julgou novamente o ex-goleiro, mas o condenou pela segunda vez. Inicialmente, ele havia sido condenado a trinta e três anos de prisão. No entanto, agora a pena foi reduzida pela justiça. Com isso, o tal que o filho de Pelé terá que ficar na cadeia, de acordo com seu novo julgamento, é doze anos e dez meses. É bom lembrar que ninguém no Brasil fica mais de 30 anos preso de uma única vez, mesmo até que tenha crimes que somados ultrapassem essa quantia. Além disso, no geral, com um terço da pena aplicada, ou seja, no máximo dez anos, o preso, caso tenha bom comportamento, pode pedir o regime semiaberto, dormindo na cadeia.

Caso esse seja o caso do Rei Pelé, o rapaz poderá fazer isso quando tiver pouco mais de quatro anos na cadeia. Lembrando que Edson estava em liberdade desde a primeira condenação, dada em maio de 2014.

Publicidade

Agora, no entanto, ele pode ter que ficar na cadeia. Pelo menos foi essa a determinação dada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. É bom lembrar que Edinho chegou a ser goleiro do Santos por duas vezes. No entanto, acabou ficando mais conhecido pelo seu envolvimento com o tráfico de drogas.

Na sua opinião, a justiça está correta em mandar a determinação para prender o filho do Rei do Futebol? Não esqueça de deixar o seu comentário. Ele é sempre muito importante para todos nós e ajuda no diálogo. #Crime