De acordo com informações do portal de notícias G1, em reportagem publicada neste domingo, um maníaco acusado de cometer pelo menos cinco estupros, dentre eles, um contra uma menina de onze anos, acabou indo parar no xilindró. A prisão ocorreu na cidade de Vale do Ribeira, no interior do estado de São Paulo. O curioso foi como o ladrão foi identificado. Sempre andando sem camisa, o tarado tinha tatuagens por todo o corpo. Muitos desses, eles voltados ao demônio. No braço, por exemplo, um anjo das trevas bate asas. As vítimas, durante os atos sexuais, não esqueceram tais marcas macabras. Por isso, detalharam com precisão como era cada tatuagem do suspeito, que por conta da natureza dos crimes não teve o nome revelado. No entanto, a polícia divulgou fotos dele já na delegacia.

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Os cinco estupros, como informa a delegacia que investiga os casos na região, ocorreram em um período curto, entre o dia cinco de dezembro e trinta de janeiro. Praticamente, um ato criminoso foi realizado por semana. O homem que realizada as relações proibidas e sem consentimento tem apenas trinta e três anos. Ele está preso desde o dia 31, um dia após o relato do último #Crime. No entanto, por medidas de segurança, apenas no dia 4 a polícia deu informações à imprensa sobre o caso. Em situações de estupro, especialmente envolvendo menores, o governo acaba tendo mais trabalho por conta da segurança do preso. Isso porque é comum nas cadeias eles serem mortos por outros presos. Os abusos sexuais por vários homens nas prisões também é outra realidade.

A vítima mais velha do homem é uma senhora, que tem idade para ser avó.

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Aos 57 anos, ela andava desacompanhada nas ruas da cidade onde sempre morou. Já a outra vítima de estupro é uma menina, de apenas onze anos, que também estava sozinha quando tudo aconteceu. Marcelo Freitas é o delegado responsável pelo caso. Ele diz que a polícia começou a acreditar que o homem fosse um maníaco em série, após a descrição das tatuagens. Elas batiam em todos os crimes. Como foram em um período curto os registros de ocorrência, a polícia teve ainda mais certeza de que seria o mesmo tarado em todos os casos. #Investigação Criminal