Por um motivo banal uma adolescente de apenas 15 anos de idade foi morta brutalmente em Natal, no Rio Grande do Norte, enquanto participava com a mãe de uma festa de carnaval.

O #Crime aconteceu no último sábado (18), e a Polícia Civil já identificou parte da autoria.

Os agentes agora estão no encalço de Joyce Soares, também conhecida como ‘Joba’. A suspeita teria dado uma facada no peito da menor Maria Raquel Silva de Almeida, durante o evento carnavalesco “Nazaré Folia”, no bairro de Nossa Senhora de Nazaré, localizado na parte Oeste da capital do Estado.

A motivação do homicídio foi passional, mais precisamente por ciúmes.

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Conforme relatou o delegado que investiga o caso, Marcos Vinícius, titular da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por volta das 22h30 daquela noite, a menina se afastou um pouco da mãe para comprar um refrigerante. Nesse momento, ela foi abordada por ‘Joba’, que estava com uma outra mulher. Ao que tudo indica, elas estavam na espreita para dar o bote.

Houve então uma briga das três em meio aos foliões. Em um dado momento, uma das moças sacou a arma branca e acertou em cheio o peito na menor. A polícia só chegou depois que a vítima já estava sendo socorrida por populares. A mãe também chegou logo depois. Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimento.

O ataque aconteceu porque Joyce e a outra mulher não gostaram de saber que Maria Raquel teve um envolvimento no passado com o atual namorado de uma delas.

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Foi em virtude deste romance antigo que a dupla foi pedir satisfações à menor.

Aparentemente, ela não teve chances de se defender. Agora a polícia faz diligências para tentar identificar o paradeiro de Joyce e, com isso, identificar e prender também a outra jovem envolvida no atentado.

A polícia não sabe ainda ao certo qual das duas teria golpeado a garota. Por isso, o delegado apela para a colaboração das pessoas que tenham qualquer informação relevante sobre o caso e sobre Joyce. Quem tiver pistas pode entrar em contato pelos telefones 181 ou 190. O sigilo da identidade do denunciante é garantido.

#Casos de polícia