Nesta quarta-feira, 15, o G1, site de notícias da Globo, publicou uma ampla reportagem sobre um assunto que está tomando conta do Brasil, a venda ilegal de notas falsificadas. Uma das vendas está sendo feita através do site OLX, que apenas facilita a compra e venda de produtos. Procurado, o OLX disse ao G1 que investigaria o caso. O vendedor foi identificado Nelson Kiyoshi. Ele faz até propaganda do seu negócio proibido através de um vídeo enviado ao portal de notícias da Globo. Nas imagens, ele exibe a característica das notas e como elas são feitas. Nelson garante que faz notas de R$ 100 de qualidade. Há até promoções. Caso a pessoa pague R$ 200 em notas verdadeiras, ela recebe R$ 2000 em dinheiro falso.

O máximo transportado são R$ 800.

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Nesse caso, a pessoa recebe R$ 14 mil. A multiplicação do #Dinheiro é considerada crime federal. Os Correios, no geral, não conseguem identificar papel. Na prática, o transporte de dinheiro verdadeiro já é proibido, mas a venda aconteceria sem ser pega pelo controle. O dinheiro viria do Piauí. O site da Globo tentou entrar em contato com a Polícia Federal do estado, mas não obteve nenhuma resposta. O caso virou um sucesso nas redes sociais. Em muitos grupos, esses e outros anunciantes falam sobre a prática, que lembramos, é ilegal.

"Eu só lamento por um pai de família assalariado, ignorante e que mora em casa alugada com 5 filhos, que acaba recebendo uma nota dessas. Já falta em casa e acaba passando vergonha por se deparar com alguém dizendo "essa nota é valsa". Esse pobre ignorante perde o controle, passa vergonha no local, depois chega agressiva em casa, desconta na esposa e vai preso", disse um internauta ao comentar o quão ruim esse tipo de ação pode acabar sendo para algumas pessoas.

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"O pior que as pessoas não notam o efeito em cadeia que isso causa. A partir do momento que um mal caráter coloca em circulação várias notas falsas, não são os grandes que se dão mal, mas sim os pequenos. Existe um 'efeito borboleta' tão devastador nesse tipo de atitude, que atinge principalmente os pobre e ignorantes, a parte mais sensível social", disse outro. #Economia