Um assassinato foi registrado na manhã de sábado (25) na cidade de Braço do Norte, cerca de 171 quilômetros de distância de Florianópolis, em Santa Catarina (SC). O acusado de 21 anos, cujo nome não foi revelado, é o principal suspeito de ter assassinado a própria enteada. A vítima foi identificada pelas autoridades como Mariah Giustina Gonçalves, de apenas 10 meses de vida. O homem confessou o #Crime para a polícia.

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, o acusado estava cuidando da vítima em sua residência localizada no bairro Lado da União, pois a mãe de Mariah Giustina estava trabalhando em um salão de beleza na cidade.

Publicidade
Publicidade

Ainda de acordo com a polícia, o suspeito matou a criança por que ele teria se irritado com o choro dela.

Conforme informações do delegado William César Sales, o acusado relatou que noites anteriores não havia dormido direito por conta do choro da vítima. Entretanto, o indivíduo estava revoltado com a situação e, num momento de fúria, teria asfixiado a criança.

Quando percebeu o que tinha acabado de fazer era tarde e a criança já estava sem vida. Diante da situação, ele levou a garotinha até o Hospital Santa Teresinha. Na unidade médica, teria relatado que Mariah Giustina havia se engasgado após ingerir iogurte, mas os médicos desconfiaram da versão dada pelo homem. O corpo de Mariah foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade e os resultados dos exames feitos não batiam com a versão dada pelo sujeito.

Publicidade

O laudo provisório apontou que a morte teria sido causada por asfixia.

Após os procedimentos necessários, o corpo da menina foi liberado para os familiares para o sepultamento. A criança foi sepultada no Cemitério Municipal da Capital do Vale. O padrasto da menina foi preso na manhã de domingo (26) e, em seguida, foi encaminhado para a delegacia da cidade para prestar o seu depoimento. Ele confessou ser o autor do assassinato. Em seguida, foi levado para uma penitenciária Regional de Tubarão, onde ficará à disposição da Justiça. #Investigação Criminal #Casos de polícia