Um homem identificado como Alan Souza Matos, de 38 anos, está sendo acusado de violentar sexualmente sua enteada de apenas 12 anos de idade. O homem acabou sendo pego em flagrante por um vizinho que estranhou o que estava acontecendo dentro da casa, arrombando o imóvel e impedindo a continuação do ato libidinoso. O homem foi preso e na delegacia afirmou ter beijado e passado a mão na garota, negando conjunção carnal.

O #Crime aconteceu na manhã deste último domingo (29), no bairro Maragogipinho, no munícipio de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Alan conheceu a mãe da adolescente a pouco mais de um ano, durante a maior parte do relacionamento ele morou com a mulher e a enteada.

Publicidade
Publicidade

O casal teria se separado há poucos dias, e o suspeito alugou uma casa no bairro Maragogipinho, onde foi morar sozinho. Alan que é pedreiro estaria morando no local há apenas três dias.

Segundo informações o pedreiro teria convidado a enteada para conversar e conhecer sua nova moradia. A garota então foi até a casa do padrasto e ao chegar lá foi abusada por ele.

Testemunhas disseram que acharam estranho a movimentação dentro do cômodo e um vizinho resolveu se aproximar e ver o que estava acontecendo. Por uma fresta da janela, o vizinho viu que os dois já estavam sem roupas e deitados em cima da cama. Segundo uma vizinha que não quis se identificar, Alan estaria nú por cima da garota, que também estava sem roupas, e afirmou que ele teria “feito tudo” com a menina.

O vizinho que avistou o ato pela fresta da janela invadiu o imóvel, o suspeito tentou fugir, mas foi alcançado, agredido, e amarrado pelos vizinhos.

Publicidade

A polícia que havia sido acionada pela vizinha do imóvel, chegou em seguida e evitou o linchamento de Alan que foi preso em flagrante.

Na delegacia o suspeito confessou ter abusado da garota, mas negou ter havido conjunção carnal. Em entrevista a imprensa Alan contou que: “Foi um momento de fraqueza, um pouco de bebida, era domingo”. O pedreiro afirmou que a adolescente se dirigiu voluntariamente até o cômodo da casa: “Ela foi para o quarto com as pernas dela sozinha, não mandei ela ir...” e em outro trecho da entrevista ele nega conjunção Carnal: “ Não aconteceu estupro nenhum, beijei e passei a mão nela”, relatou o pedreiro.

O delegado responsável pelo caso contou que em depoimento a adolescente afirmou que o padrasto teria iniciado o ato sexual que não concluiu, pois foi impedido pelo vizinho que invadiu o imóvel.

A mãe e a adolescente foram encaminhadas para o Instituto Médico Legal (IML), de Santo Antônio de Jesus, para que a menina realizasse o exame de corpo e delito. A polícia investiga se o pedreiro já vinha mantendo relações sexuais com a adolescente antes. O suspeito já tinha passagens pela polícia por cometer outros delitos. Alan segue preso a disposição da justiça. #Casos de polícia