A Polícia Militar do Rio de Janeiro, através de seus canais oficiais, pede que a população carioca encontre informações sobre a corporação apenas por meios oficiais. Representantes da entidade solicitam que os internautas parem de compartilhar boatos ou informações de que não tem certeza. Isso porque começou a se criar um ambiente de pânico em todo o estado ainda na madrugada desta sexta-feira, 10. Após uma greve - que ainda não teve fim - da PM do Espírito Santo, informações de que haveria uma greve na PM do Rio de Janeiro começaram a se passar no velho boca a boca. Mas o que é real e o que é boato?

Até às 10h20, no horário de Brasília, a PM confirmava que cerca de vinte de cem batalhões tiveram algum tipo de problema ao longo das últimas horas. Muitos deles estão com parentes dos agentes de segurança na porta.

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As famílias pedem por aumento salarial dos agentes, além de que o pagamento ocorra na data certa. Por conta da crise econômica, o Rio de Janeiro atrasou o pagamento dos servidores diversas vezes. Apesar dos protestos em frente aos batalhões, nem em todos eles os agentes deixaram de sair às ruas. Cerca de 90% dos PMs saíram às ruas. O maior problema foi durante a manhã, na troca de turnos. Muitas viaturas deixaram de sair dos batalhões, mas os policiais conseguem entrar e sair andando da corporação.

Os maiores problemas foram registrados na UPP do Complexo do Alemão, como acompanhou o Twitter de 'A Voz da Comunidade'. Na madrugada, na região houve um tiroteio.

Abaixo você pode ver como está a situação no batalhão de Niterói.

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No vídeo, é possível analisar que o protesto ocorre de maneira pacífica.

De acordo com as mulheres que podem ser vistas no vídeo abaixo, este PM tentou pular o muro para ir trabalhar. "Vocês estão indo contra a gente", diz ela ao rapaz, que alega que só está tentando ir trabalhar.

Nas imagens abaixo, um comandante tenta negociar com as mulheres dos agentes, a fim de que elas deixem eles saírem para trabalhar. O episódio foi registrado no Batalhão da Tijuca.

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