De acordo com o site da Revista 'Carta Capital', em matéria publicada nesta quinta-feira, 24, o pastor evangélico Daniel Batista de Moras acabou preso. Aos trinta e um anos de idade, Daniel foi preso na quarta-feira, 22, em uma cidade do interior de Goiás. Ele já havia sido condenado por um assassinato. A condenação é de nove anos, mas o pastor convivia em liberdade e dizia que libertava vidas. Isso porque fundou uma casa de recuperação, cujo o principal objetivo era tratar os dependentes químicos. O que se descobriu, na verdade, foi que os dependentes não eram tratados da maneira em que deveriam, mas sim explorados e até ameaçados por Daniel.

Dupla personalidade

Durante o dia, o religioso fazia cultos na fundação, mas à noite chegava a mandar fotos mascarado e com facão para algumas pessoas.

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Algumas dessas imagens foram publicadas pela 'Carta Capital'. A prisão de Batista ocorreu através de uma operação policial feita na região, que identificou o religioso - que aparecia nas polêmicas fotos mascarado - através de seu número de telefone celular. O rastreamento levou direto para a casa do foragido.

O que estava por trás da casa de ajuda aos drogados?

O nome do pastor passou a ser melhor apurado pela polícia depois que ele agrediu um homem em um terminal de ônibus da capital Goiânia. O motivo da agressão foi a disputa por um ponto de venda de doces. A raiva do religioso despertou o interesse e, segundo as investigações, ele explorava os internos de sua instituição para dependentes, obrigando eles a trabalharem. Alguns dos dependentes apanhavam do pastor. A instituição religiosa continua sendo mantida pela esposa do acusado e não foi interditada.

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A polícia agora apura outras denúncias de maus tratos.

Na sua opinião, algumas pessoas se escondem atrás da religião para não levantarem nenhum tipo de suspeita sobre suas atividades ilícitas? Não esqueça de deixar o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante para todos nós e ajuda no diálogo de temas importantes para a sociedade. #Crime