O escândalo que envolve cobranças de royalties da exploração mineral voltou à tona com um novo indiciamento do pastor Silas Malafaia. O assunto voltou a ser apresentado pela Polícia Federal e com novos indícios que o pastor estaria de fato envolvido.

Operação Timóteo

Depois de uma profunda investigação de nome operação Timóteo, que teve início em dezembro de 2016, a Justiça chegou à conclusão do seu envolvimento e que, por consequência, levou a uma condução coercitiva do pastor para depor.

O assunto voltou ao trend topics de notícias mais divulgadas e mais comentadas neste final de semana, e bombardearam as redes sociais e a mídia em geral.

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Evangélicos se sentem escandalizados.

Evangélicos estão escandalizados que o pastor que saiu às ruas alegando lutar contra a #Corrupção esteja novamente sendo citado como envolvido neste caso.

A investigação apontou um esquema de lavagem de dinheiro através de uma instituição religiosa. Não se sabe ainda se a instituição seria a Igreja Vitória em Cristo ou outra, já que o pastor alegou ter repassado os valores que recebeu para terceiros. A justiça está investigando os detalhes do caso.

O cheque de R$ 100 mil

Segundo o que foi apurado até dezembro de 2016, a Justiça chegou até o pastor por causa de um cheque R$ 100 mil que ele recebeu de um advogado, e este cheque tem relação com os crimes que estão sendo investigados.

Questionado sobre o valor recebido, o pastor ficou furioso por ter sido conduzido coercitivamente para depor.

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Na época, alegou que o valor tratou-se de uma oferta que recebeu por ter feito uma oração ao advogado em questão, valor que ele diz ter declarado e pago todos os impostos.

A Polícia Federal suspeita que Malafaia usasse contas correntes da igreja para ocultar a origem ilícita dos valores que recebia e assim lavar dinheiro sem levantar suspeitas. Era assim que o grupo fraudava os valores de royalties de mineração. Trata-se de um esquema muito bem articulado envolvendo diversos nomes de políticos, religiosos entre outros. #Religião #Lava Jato