Nesta terça-feira, 31, um pastor evangélico foi até à uma delegacia de Sobral, no Ceará, prestar um queixa. No entanto, ele não saiu de lá. Os policiais descobriram que o homem, na verdade, além de acusador também era acusado. O religioso é suspeito de estupra quatro criancinhas, todas meninas, entre oito e nove anos de idade. A notícia divulgada acabou chocando muita gente. Isso porque uma das crianças que seriam molestadas pelo homem era sua própria sobrinha. A menina, que tinha a confiança do tio, ainda era obrigada chamar as coleguinhas para brincar. Inicialmente, o homem está preso de maneira preventiva. Isso significa que, caso não apareça,m provas maiores de que ele realmente cometeu o crime, ele pode ser solto.

A prisão não foi tão ruim assim para o pastor.

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Isso porque muitos moradores da região, ao ouvirem falar que o homem teria estuprado quatro meninas da cidade, ameaçaram até matá-lo. Adriana Savi, delegada que investiga o caso, informou a sites locais que o preso estava sendo procurado desde o começo do mês. A denúncia contra o pastor, segundo ela, foi realizada pelo Conselho Tutelar da região. A polícia, antes de prender o homem, teria conversado com as menores. Elas fizeram exames de corpo de delito e também procedimentos psicológicos. Isso acabou confirmando que houve mesmo os crimes contra as vítimas. Os exames acabaram confirmando o pior, que elas realmente sofreram o triste abuso sexual.

Os estupros contra as vítimas foram realizados há cerca de dois meses. O homem aliciava a sobrinha, que além de ser estuprada, também era convencida de convencer mais crianças pequenas.

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Nenhum familiar das vítimas tinha ideia do que acontecia entre as crianças e o pastor. Isso porque a população local confiava muito no homem. Ele ainda chamava as menores sob a justificativa de que elas "brincariam" com segurança com ele. O pastor foi preso quando prestava uma queixa sobre outro assunto. Ele queria informações sobre um arrombamento de uma residência que seria dele. O homem não sabia que sua prisão estava expedida e negou os abusos. #Crime