Os #manifestantes declararam ser contra a privatização da Companhia Estadual de Água e Esgoto - #CEDAE e, demonstraram imensa indignação com relação aos demais projetos que compõem o pacote de medidas, chamando-as de "pacote de corrupção". Segundo Ramon Carrera, um dos idealizadores e organizadores da manifestação, o movimento defende que há outras formas de recuperar a estabilidade econômica do Estado, defendendo outras medidas de ajuste como a revisão das isenções fiscais concedidas pelo Estado. Segundo testemunhas e protestantes no local, o protesto começou pacífico, mas logo transformou-se num tumulto, devido a ações dos manifestantes e policiais.

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Pois foi um movimento idealizado para acontecer de maneira pacífica e bem-comportada, segundo organizadores.

Polícia Militar joga bombas de efeito moral em manifestantes

A Alerj teve segurança reforçada, contra as manifestações. O prédio foi completamente cercado por grades e protegido por mais de 500 policiais militares e integrantes da Força Nacional de Segurança.

Segundo o histórico de protestos, esse não foi o único a terminar em confronto, pessoas feridas e pânico. O deputado Picciani defende as medidas idealizadas declarando que elas viabilizam a recuperação do estado e, no início, pode ser que os parlamentares fiquem assustados com a pressão da corporação e das redes sociais, mas assim que analisarem as propostas, mudarão de ideia. Segundo Picciani, a privatização servirá como garantia de empréstimos para o estado e, se não for aprovada, os salários dos servidores não poderão ser pagos em dia e a tendência do Rio de Janeiro seria de piorar.

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Para fins de pagamento de salários e décimo terceiro de servidores, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro pretende pedir empréstimo de R$ 2,5 bilhões a um banco.

A cerimônia de abertura da #ALERJ desse ano foi marcada para esta quarta (01), às 13h e, os servidores que se declaram contra às medidas que estão prestes a serem votadas e participam do Muspe (Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais do Rio), marcaram o protesto para uma hora antes da abertura. Um homem de 57 anos, identificado como servidor da CEDAE, foi socorrido pelos Bombeiros com um ferimento de bala de borracha na perna que, segundo manifestantes, sangrava muito. Além de diversas bombas de gás atiradas pela polícia, deixando manifestantes e transeuntes assustados.

Veja vídeos da manifestação: