O porta-voz da Polícia Militar vem tentando tranquilizar a população do Rio de Janeiro, informando que apesar dos protestos dos familiares de PMs, a situação está sob controle e a segurança do estado vem sendo mantida, entretanto, um vídeo que vem circulando nas redes sociais mostra justamente o contrário, pois algumas mulheres que estavam na porta de um batalhão seguraram e bateram em um policial que tentou ir trabalhar.

O major Claudio Halicki foi agredido por várias manifestantes quando estava saindo do 20º Batalhão da Polícia Militar de Mesquita, na manhã desta sexta-feira. O clima ficou realmente tenso por lá e no final ele conseguiu passar por elas, mas isso foi só depois de apanhar e ser xingado.

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As mulheres estão protestando na porta de pelo menos 27 batalhões do Rio de Janeiro porque os maridos não receberam o 13º salário até hoje e elas também pedem reajuste dos salários. As mulheres dos PMs estão impedindo que os veículos saiam dos Batalhões e no caso do major Halicki, elas o seguraram pela camisa, puxaram, algumas o empurraram, até que ele acabou tropeçando e caiu.

E mesmo com o major no chão, as mulheres continuaram puxando sua camisa, xingando muito, até que finalmente ele conseguir se levantar e foi embora, tendo que ouvir gritos de "vagabundo".

Veja o Vídeo

Em pelo menos quatro batalhões da Polícia Militar, as mulheres conseguiram bloquear a entrada e impedir a saída dos veículos. O comando das unidades afetadas está tentando entrar em acordo com as manifestantes, mas até o momento não houve avanço nas negociações e os bloqueios estão sendo mantidos.

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A PM emitiu uma nota informando a toda população que a Polícia Militar não está paralisada, apesar das manifestações de familiares continuarem em várias unidades. Na nota, a PM reitera o respeito pela manifestação pacífica, mas lembra que é fundamental não impedir que os policiais possam entrar e sair dos batalhões, pois eles garantem a segurança de milhões de pessoas.

Através da hashtag #AlertaPMrio as pessoas estão tentando se manter atualizadas sobre a real situação, mas é preciso ficar atento porque muitas mentiras também estão sendo divulgadas nas redes sociais.

#agressão #Rio de Janeiro #Casos de polícia