A crise que vem acontecendo no Espírito Santo, gerada pela greve dos Policiais Militares, iniciadano sábado, segundo levantamentos da mídia, hoje atingiu o número de 103 mortes.

Depois de alguns dias do começo da greve, o número de assassinatos, saques e roubos continua aumentando, apesar do exército ter assumido a segurança do Espírito Santo. Moradores relatam que mesmo com essa segurança, as ruas continuam inseguras.

Essa greve começou por causa de reclamações trabalhistas, pois os policiais pedem melhoria nos salários e aumento de benefícios, entre outras exigências.

O ministro da Defesa, Raúl Jungmann, disse à rádio Nacional estatal nesta quinta-feira (9), que a presença das Forças Armadas no Espírito Santo vai continuar enquanto for necessário e até que a população possa voltar a viver normalmente.

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Mas não é isso que vem acontecendo, pois os números de mortos só aumenta a cada dia.

Por sua vez, o presidente Michel Temer autorizou o aumento do contingente militar de 550 tropas federais que vão se unir aos 1200 oficiais que já foram enviados esta semana para o estado.

Os policiais que estão em greve relataram, através de suas esposas, que eles vão continuar firmes sobre essa decisão, até que suas exigências sejam cumpridas.

Outros estados

O clima de insatisfação é sentida em outros munícios do Brasil, como Rio de Janeiro, onde as esposas dos policiais disseram que eles também vão entrar em greve amanhã (10). E, se isso acontecer, realmente o caos será ainda pior, tendo em vista que o número de marginais no Rio é ainda maior.

E como uma medida 'anti-colisão' contra o risco de uma greve da Polícia Militar, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, se reuniu com o gabinete de segurança e concordou com um aumento salarial de 10% para as Forças de Segurança.

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Mas não se sabe se essa medida vai impedir a greve no estado.

Se policiais de outros estados entrarem em greve também, vamos acompanhar a pior situação de segurança do país. Que já passa por momentos complicados financeiramente e na política. #Espirito Santo #Crise #Morte