Diversos casos de crimes de famosos e de pessoas ricas já receberam absolvição do Supremo Tribunal federal (STF). Em um momento de crise de identidade política e jurídica, mais uma vez o maior órgão judicial do Brasil acaba de proferir uma sentença que gera revolta na população.

Em 2017 o STF foi alvo de questionamentos ao manter presa uma mulher que cometeu o furto de uma caixa de chiclets. Na ocasião, diversos internautas criticaram a suprema corte, pela banalidade do #Crime da jovem julgada em terceira instância. Casos jurídicos só chegam ao STF após serem analisados em primeira e segunda instância, só aí depois vem o veredito final dos ministros do Supremo.

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Além do caso da mulher que roubou chiclets, outro crime julgado pelo STF chamou a atenção dos brasileiros. Dessa vez o órgão decidiu por absolver um criminoso famoso no Brasil. Um dos casos mais explorados pela mídia brasileira, o goleiro Bruno esteve nos holofotes durante anos.

O jogador é acusado de sequestrar e matar a mãe de seu filho, Eliza Samudio. Mesmo sete anos após o crime, o corpo da jovem ainda não foi encontrado, e muitos desfechos já foram apontados para o fim que levou Eliza Samudio.

O caso voltou à tona após o STF decidir absolver o jogador Bruno, que foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo assassinato e ocultação do cadáver de Eliza. Mesmo diante da brutalidade do crime do ex-goleiro do Flamengo, os ministros do STF decidiram colocar em liberdade o Bruno que matou a mãe de seu próprio filho.

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O crime é um dos mais bárbaros já noticiados no país. Uma das linhas de investigação sugeriram que a jovem foi esquartejada e entregue para cães. Em um vídeo antes de ser morta, Eliza Samudio denuncia o goleiro Bruno, que já tinha sequestrado a mulher uma vez antes de sumir com a jovem. A jovem chegou a narrar o que poderia acontecer com ela, de acordo com as ameaças de Bruno. O goleiro espancou, drogou e ameaçou a mulher antes de sumir com a jovem. Assista:

Nada impediu que o ex-goleiro do Flamengo agisse contra a mãe de seu filho. Mesmo após fazer denúncia em público contra Bruno na frente das câmeras Eliza foi morta, mostrando que o goleiro não tinha medo de enfrentar a justiça após ter matado Eliza. #Casos de polícia