A ''Política de Conteúdo Local'' exige que o governo federal invista no país parte dos insumos que são adquiridos pela Petrobras. O investimento serve para fortalecer a indústria nacional, com a geração de emprego e renda. Mas, de acordo com especialistas, muitos afirmam que essa política está sendo destruída pelo #Governo de Michel Temer. Com a medida adotada pelo presidente, que pretende reduzir as exigências para a contratação do conteúdo local, o país tende a permanecer sob o ''mal das exportações de seus recursos naturais''. Isso ocasionará nas exportações de recursos naturais em massa, que ocasionará na entrada de dólares na economia, ocasionando na supervalorização do real e prejudicará a economia brasileira em todos os seus setores.

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O Ministério de Minas e Energia explica que o percentual de extração do petróleo em Terra será de 50%. Já em blocos do mar a retirada do conteúdo mínimo será em torno de 18%, no período de exploração e 25% para abertura de novos poços. Em plataformas marítimas, a porcentagem de extração será de 25%. Na maioria das vezes, a porcentagem do conteúdo local é definida em editais que são publicados e organizados em leilões. O #governo federal explica que a redução de 50% do conteúdo obrigatório será fundamental para estimular o fortalecimento da indústria nacional onde também fará investimento em outras áreas.

Entretanto, representantes da indústria brasileira discordam da posição do governo. De acordo com as estimativas da Federação Única dos Petroleiros (FUP) em parceria com empresários ligados às áreas de produção de óleo e gás natural, concluiu-se que a nova proposta do governo ocasionará na demissão de mais de 1 milhão de operários.

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Através de uma nota de repúdio, a classe operária de energia acusa o governo de Michel Temer de tentar prejudicar o setor de infraestrutura e energia do Brasil. Entre as criticas ao governo federal, destaca-se o fato do governo não estar investindo em território brasileiro a parte dos insumos que foram adquiridos pela #Petrobras. De acordo com a classe operária, esses investimentos poderiam fortalecer a indústria do país e gerar emprego e renda para os brasileiros. Entre as principais reclamações destaca-se a proposta que deverá diminuir a geração de empregos em relação ao setor petroleiro.

Assim, novos investimentos em aquisições de máquinas entre outros equipamentos para extração deverão ser reduzidos pela metade, prejudicando a indústria nacional. De acordo com especialistas, essas propostas deverão fortalecer o capital internacional e prejudicar o Brasil.