Um dos maiores problemas do Brasil é o tráfico de drogas. Criminosos, em todo o país, vão às comunidades e fazem, geralmente, esses locais tornarem-se violentos, com uma lei que só quem mora nessas regiões consegue dizer o quão ruim é. No entanto, agora os bandidos usam aplicativo de paquera para conseguir vender mais. Muitos aproveitam, inclusive, para "fazer o serviço" completo, como mostra uma reportagem publicada nesta quarta-feira, 15 pelo UOL. Os principais aplicativos utilizados pelos bandidos são o Gridr e o Hornet, voltados ao público homossexual. Nos perfis, eles se identificam facilmente e, muitas vezes, oferecem sexo e drogas ao mesmo tempo.

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Homens que procuram homens são as maiores vítimas e consumidores. A droga pode ser enviada ao cliente, ou ele ir até ao local pra pegar o produto.

Os flagrantes são feitos nos aplicativos e chocam. Os aplicativos oferecem a chamada geolocalização. Com isso, é possível saber quem está perto para consumir cocaína, maconha e outros produtos ilícitos. Eles também usam o Tinder para oferecerem os serviços especializados. A entrega é fácil. Quem quer a droga diz o que quer, o traficante avisa o preço e tudo é combinado. Nem todos oferecem o sexo. Alguns cobram a ação como "serviço extra". Os perfis usam nicks claros de venda de droga, como "boa noite, Cinderela". Outros usam siglas para falar das drogas, evitando que a conversa possa ser usada contra eles pela polícia.

Essa nova modalidade do #Crime causa grande prejuízo e problemas para a polícia.

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Isso porque não é tão fácil identificar os envolvidos. Além disso, para ser considerado traficante, a pessoa tem que portar uma quantidade significativa de droga, que geralmente é de 100 gramas. As quantidades comercializadas são menores. Quem vende e quem compra costuma ter bastante cuidado, percebendo se é ou não perseguido. Geralmente, os encontros acontecem nas madrugadas. É um comércio que não para de crescer e que mostra como a proibição do uso da droga, na prática, não funciona tnato. #Investigação Criminal