O neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis teve seu nome envolto em uma grande polêmica nessa semana. Uma conversa dele com grupos de amigos - todos profissionais da #Saúde - em um grupo no WhatsApp acabou vazando. No grupo, os médicos falavam sobre o estado de saúde da ex-primeira dama #Marisa Letícia, internada no dia 24 de janeiro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O neurocirurgião, que certamente já atendeu pacientes com os mesmos sintomas de Marisa, um Acidente Vascular Cerebral (AVC), sugere que se use uma técnica para matar a esposa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dona Marisa veio a falecer, mas por causar naturais, nesta sexta-feira, 03.

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O velório dela acontece na cidade de São Paulo.

De acordo com informações do jornal 'Folha de São Paulo', o neurocirurgião trabalhava no Hospital de São Roque, no interior de São Paulo e acabou sendo demitido pela Unimed. A direção da empresa, que tem planos de saúde por todo o Brasil, emitiu um comunicado e diz que mostra o seu repúdio contra as declarações emitidas por médicos de sua equipe e outros profissionais de saúde, que não são do seu staff, mas que vazaram informações sobre o estado de saúde de Dona Marisa, além de fazem piadas sobre o assunto. A Unimed ressalta que essas informações são sigilosas e que caberia apenas aos parentes da enferma repassarem ou não o conteúdo.

De acordo com a Unimed, o médico citado nas mensagem, que sugere o procedimento que mataria mais rápido Dona Marisa, não faz parte do seu quadro de cooperados, mas trabalhava de maneira terceirizada no próprio hospital de São Roque, onde a empresa tem uma cooperativa.

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O profissional tinha um contrato de prestação de serviços. Esse contrato foi desfeito. Além disso, a Unimed diz que o caso agora está sendo apurado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), já que desrespeitou o Código de ética da profissional.

Ellakkis é o segundo profissional a ser demitido por conta das declarações a respeito da esposa de Lila. A médica Gabriela Munhoz, especialista em idosos, também foi desligada, mas do Hospital Sírio-Libanês, onde Marisa passou mais de 10 dias internada.