Na quarta-feira uma operação policial, identificada como Operação Tsunami conseguiu prender 29 acusados de explosão a caixas eletrônicos, assaltos a residências de médicos, advogados e empresários. Conforme as informações fornecidas pelo coordenador do Grupo de Repressão ao #Crime Organizado (Greco), Williames Moraes, o grupo apreendido, eram membros pertencentes a quadrilha comandada, pelos “gêmeos do crime” Alan e Alex, que estão presos desde o ano passado, no Presídio Irmão Guido.

Após a prisão nesta quarta-feira do grupo, um vídeo começou a circular na internet, onde mostra um dos “gêmeos do crime”, ao lado de outros detentos, companheiros de cela, todos bem descontraídos, sorrindo e fazendo ameaças a um homem chamado Nathan.

Publicidade
Publicidade

A gravação possuiu apenas poucos segundos, além do gêmeo, mostra também outro companheiro de cela conhecido como “Matheuzinho”, além de outros comparsas. Um deles que aparece na gravação, segundo o gêmeo tinha acabado de usar drogas. Um deles ainda faz um gesto de atirar, ao ameaçar o homem identificado como sendo Nathan Sampaio Lima, o ‘Nathan’.

Segundo o coronel Luís Antônio Pitombeiras, que é diretor de inteligência e proteção externa da Secretaria de Justiça do Piauí, informou que este vídeo teria sido gravado no ano passado, mas passou a circular após a Operação Tsunami, realizada nesta última quarta-feira. O coronel contou que agravação foi feita logo na chegada dos “gêmeos do crime” ao presídio. Porém o celular utilizado para a gravação no período, já foi apreendido pela policia em uma operação de revista dentro da unidade prisional.

Publicidade

A Secretaria de Justiça do Piauí se pronunciou sobre o caso, informando que recebe recursos financeiros do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), para investir em bloqueadores de sinal telefônico nos presídios, monitoração eletrônica e aquisição de escâneres corporais.

Que as unidades prisionais possui um sistema reforçado na revista de visitantes dentro dos presídios, que é realizado por funcionários das unidades prisionais, que contam com a ajuda de equipamentos como pórticos e raquetes detectores de metais, scanners raio-X, além de outros recursos.

A Secretaria justificou que é feito com frequência vistorias dentro dos presídios para a preensão de objetos ilícitos ( armas, drogas, celulares, etc...). A Seju afirmou ainda que está adquirindo novos equipamentos para evitar que estes objetos consigam entrar nas penitenciárias e reforçar também a segurança nos locais.

Segue abaixo o vídeo gravado dentro do presídio Irmão Guido, por um dos “gêmeos do crime”:

#Casos de polícia