Um vídeo que circula na redes sociais demonstra o total descrédito que infratores dispensam às leis brasileiras.

No material um menor apreendido pela acusação de homicídio aparece dizendo que em um mês voltará para as ruas, como se nada tivesse acontecido.

Um caso concreto de impunidade e suposta frouxidão das leis em relação a crimes hediondos foi o que fez com que o material rapidamente fosse compartilhado na internet.

Detido por homicídio, o adolescente afirma que voltará a matar pessoas e ironiza a legislação do país: “Logo estou solto”;

O adolescente em questão tem 15 anos e foi apreendido na noite da última terça-feira (14), depois de assassinar um cidadão que ameaçou roubar a sua arma no último final de semana.

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Também pesa contra ele a tentativa de assassinato contra um rapaz de alcunha ‘Neguinho’. Este individuo teria assaltado uma motocicleta no bairro Jardim dos Ipês, em Tangará da Serra, distante a 235 km de Cuiabá.

Detido pela Polícia Civil da cidade, ele não demonstrou arrependimento e afirmou que seguirá com os homicídios.

Ele afirma que matou mesmo e que o alvo que sobreviveu será perseguido após ser solto. Quanto ao falecido, afirmou que ele já tinha “caído por bater na mulher dele”. Contou ainda que caso não tivesse conseguido seu intento, mataria novamente.

Complementou dizendo no vídeo que o outro indivíduo que assaltou uma motocicleta teve o que mereceu, por estar em sua área e não poder roubar lá dentro.

Tudo isso foi dito pelo adolescente em entrevista à imprensa local.

O vídeo segue mostrando a gana do jovem em seguir seus planos sombrios.

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Para as câmeras ele avisa que é só sair do centro para menores que vai revidar. “Você vai pedir para morrer”, diz.

E ainda pondera que era para o sujeito ter se deixado assassinar, pois agora viverá em risco.

No final, faz graça com a legislação brasileira: “Peço perdão para a minha mãe, que está do lado de fora. É maravilha (a legislação brasileira). A pessoa mata um homem e depois de um ano, ou até um mês está solto de novo.

#Crime #Investigação Criminal