A notícia que domina a mídia no momento é a Operação “Carne Fraca” conduzida pela Polícia Federal juntos aos principais produtores, indústrias alimentícias, frigoríficos e criadores de #Animais no Brasil, tais como gado, aves, peixes, entre outros animais e alimentos derivados de carne destinados ao consumo humano. A ironia é que inúmeros produtos e componentes químicos, mesmo sendo extremamente perigosos à #Saúde da população e que se encontram proibidos em outros países, continuam a ser incorporados na alimentação do brasileiro sem nenhum escrúpulo.

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Conheça algumas dessas substâncias que forçaram a tomada de decisões extremas do governo

  • Salmão de aquicultura: o problema está na alimentação desse tipo de peixe que normalmente é recheada de aditivos que se impregnam na carne do animal, alterando a textura e a cor da mesma. A partir daí, os criadores, para maquiar os efeitos do 1º produto, adotaram como solução o uso de outros compostos como o antioxidante cantaxantina, que na sua forma natural é extraída de algas, mas acontece que o mesmo componente também é produzido sinteticamente a partir de substâncias petroquímicas, que são comercializadas para consumo animal e podem causar transtornos na visão humana, diarreia, náuseas e anemia.
  • Ractopamina: é comumente adicionada na ração de animais para que ganhem massa muscular, como em porcos, mas está terminantemente proibida em mais de 50 nações. Desse modo, os maiores suinocultores brasileiros não se utilizam da ractopamina porque não conseguiriam exportar a sua produção; no entanto, esses mesmos produtores defendem o uso claro da substância, que ao ser excretada nas fezes dos bichos, pode contaminar a água e que em contato com ser humano, causa palpitações e aceleração do coração.
  • Corantes artificiais: estão proibidos na França, Noruega, Reino Unido, Finlândia, Áustria e limitadas no restante da União Européia e servem para ser acrescentados em refrigerantes doces, queijos e uma infinidade de outros alimentos e bebidas.

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    O detalhe negativo em tudo isso é que os corantes são produzidos de subprodutos do alcatrão e do petróleo, causadores de muitos cânceres.

Em território brasileiro são autorizadas cinco das seis cores existentes de corantes em geral, a saber: ponceau 4R, amarelo crepúsculo, vermelho 40, azorrubina e tartrazina.

  • Frango com arsênico: os cientistas já tiveram êxito em determinar que o arsênico produz cânceres, mas é utilizado nos alimentos destinados às aves, servindo para tratamento de doenças nos animais e ganho de peso por parte deles.
  • Olestra: trata-se de um tipo de gordura proibida no Canadá e Reino Unido, que serve para ser acrescentada em salgadinhos industrializados como pipoca de microondas. Não é absorvida pelo organismo humano, sendo uma gordura indesejada e dificulta que o corpo absorva as vitaminas A, D, E e K, provocando diarreia, gases e cólicas. Todavia a olestra funciona muito bem para a fabricação de lubrificantes e tintas.
  • Óleo vegetal bromado: ou BVO, nada mais é do que moléculas de brometo no óleo comum, sendo bastante utilizado em refrigerantes e espuma para colchão.

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    O excesso dessa substância no corpo causa distúrbios de memória, hipotireoidismo, enfraquecimento, loucura total, tremores e bromismo, que tem como características principais a infertilidade, perda de apetite, arritmia cardíaca, dor abdominal, fadiga e acne. É utilizado no Brasil, mas está proibido em mais de 100 outros países.

  • Hormônio sintético rbST: a somatotropina recombinante bovina é um produto artificial obtido a partir da somatotropina (hormônio do crescimento), estimulando a produção em vacas leiteiras. O aditivo em excesso no leite provoca cânceres de próstata e mama, infertilidade e fraqueza nos músculos.

Apesar dos alimentos industrializados terem oferecido uma série de vantagens à população, também acarretaram muitas doenças até então desconhecidas. A pergunta que fica é: que futuro está reservado para a humanidade? #Operação carne Fraca