A morte estranha da cantora Loalwa Braz, vocalista do grupo 'Kaoma' nas décadas de 1980 e 1990, chocou o Brasil. No entanto, a família da artista está passando por momentos macabros. Isso porque, após 50 dias, a cantora ainda não foi enterrada. De acordo com informações do portal de notícias UOL, a Polícia Civil do Rio de Janeiro estava em greve e, por isso, o exame de DNA no corpo da profissional da música demorou 45 dias para ser efetuado. Mesmo após o exame ter sido feito, o corpo da artista ainda continua no Instituto Médico Legal (IML) de Araruama, município da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.

Loalwa ficou conhecida não apenas no Brasil, mas também em todo o mundo graças ao hit 'Chorando se Foi', que consagrou a 'Lambada'.

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Ela, atualmente, morava em uma pousada no Rio de Janeiro. Braz acabara de contratar um funcionário novo para o local e não poderia imaginar que ele seria seu algoz. O funcionário e um outro homem agrediram a cantora, efetuaram alguns roubos na residência, como do disco de ouro da artista (que os bandidos pensavam ser ouro de verdade) e, em seguida, sequestraram a artista. O problema é que no meio do caminho o carro morreu. Eles então decidiram queimar a famosa viva. Os requintes de crueldade no caso chamaram a atenção da polícia.

Walter Braz, irmão da cantora, conversou com o portal de notícias UOL sobre o momento difícil que ele e toda a família vivem. De acordo com ele, a família tem condições para ter feito o exame de DNA, mas a lei não permite que isso aconteça, por isso, eles tiveram que esperar que a Polícia Civil fizesse tudo por conta própria.

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Com isso, o resultado do exame saiu apenas depois do Carnaval. Mesmo assim, o corpo não foi liberado pelo Instituto Médico Legal. Em uma matéria do G1 deste domingo, 12, no entanto, o irmão de Loalwa disse que o corpo foi liberado após a repercussão do caso. Um carro de uma funerária irá buscar o cadáver nessa segunda-feira, 13, quando será feito o enterro, após 51 dias do falecimento da artista. #Crime