O Brasil, que antes ocupava a 7ª posição no ranking com maiores taxas de homicídios, atualmente, ocupa a 5ª posição. De cada 100 mil mulheres, cerca de 4,8 são mortas, segundo OMS.

Sejam agressões físicas, verbais e/ou até mesmo sexuais, a #Violência ainda está presente em grande parte das famílias brasileiras, já que de 4.762 assassinatos registrados no ano de 2013, os 50,3% foram praticados por familiares das vítimas e 33,2% dos casos cometidos por seu companheiro, apontam dados do Mapa da violência.

A agredida, embora saiba dos seus direitos e que será amparada pelo programa de proteção e recuperação da autoestima, muitas vezes não denuncia por medo de represálias do agressor, pois com a denúncia ele poderá vir a cometer uma outra #agressão ou até mesmo levá-la à morte.

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Com isso, a vitima se sente extremamente abalada psicologicamente, a ponto de não conseguir pedir ajuda, sofrendo a cada dia mais e dificultando a punição de quem a violentou.

A OMS ( Organização Mundial de Saúde), ainda afirma que essa violência é um problema de saúde publica, pois a violentada sofre sequelas como síndrome do pânico, depressão, dependência alcoólica, contaminação por doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada, problemas na gestação e até mesmo um aborto.

Com isso, as mulheres que são violentadas pelos seus parceiros correm mais o risco de sofrerem depressão, pois se sentem culpadas e incapazes, a ponto de não conseguir se livrar da situação, tornando-se assim, omissa.

Mesmo com a criação da Lei Maria da Penha ( Lei 11.340/06), sancionada no dia 07 de agosto de 2006, criada para prevenir e punir qualquer ato de violência contra mulher, o número de mulheres agredidas ainda impressiona, pois, apesar da Lei, criminosos não se intimidam e continuam a agredir.

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Contudo, devemos incentivar cada vez mais mulheres a denunciar seus agressores, a superar seus medos e confiar que serão amparadas pela Lei, pois a mesma tem como função manter o agressor longe da vitima, por isso mulheres, não se calem, pois quem ama não bate. #homicídio