No início da tarde desta última segunda-feira (20), um homem foi brutalmente assassinado em uma feira no município de Camela, Ipojuca, no entorno de Recife, Pernambuco. Toda a ação do bandido foi flagrada por câmeras de segurança instaladas no local e mostram cenas de horror. Ao que parece o #Crime se tratou de um acerto de contas, pois a forma como o homem foi atingido à queima roupa indica a intenção de matar.

Nas imagens é possível ver a vítima, que era um feirante local, conversando com um homem que veste camisa listrada, quando o suspeito aparece e dispara contra a sua cabeça. As filmagens duram poucos minutos, mas impressionam devido ao sangue frio com que o criminoso atinge a vítima.

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O suspeito não tinha o rosto coberto e utilizava no momento do crime, um boné cinza, calça jeans e camisa azul.

Ao que parece ele tem estatura mediana e é branco. Além disso, ele segurava um capacete vermelho em uma das mãos, enquanto na outra portava uma pistola. A vítima foi identificada como Gilmário José da Silva, de 31 anos, e era conhecido no local por participar da feira como vendedor. Assista às cenas chocantes do assassinato no vídeo a seguir:

Segundo o departamento de homicídios e Proteção à Pessoa, que investiga o caso, o assassinato teria sido motivado por um desentendimento entre as partes. De acordo com os investigadores, a vítima teria perdido um irmão recentemente que também teria sido morto. Pelo relato de testemunhas a polícia chegou à conclusão de que Gilmário teria prometido se vingar da morte do irmão, e isso teria irritado algumas pessoas.

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Ao que parece esse teria sido o motivo para que ele tenha sido morto de maneira tão brutal.

Ainda nas cenas é possível ver que há um pequeno tumulto no local e que várias pessoas tentam sair às pressas com medo de serem atingidas. A polícia ainda deverá analisar as imagens para chegar á identidade do bandido e tentar localizá-lo. Até o momento ninguém foi preso, e nenhuma hipótese foi descartada. Algumas testemunhas que estavam no momento do crime também deverão ser ouvidas. #Casos de polícia