João Claúdio Genu, ex-tesoureiro do Partido Progressista, se deu muito mal na carceragem da Polícia Federal. Genu que está preso desde maio de 2016, por acusações de corrupção e formação de organização criminosa, condenado pelo juiz federal Sérgio Moro para oito meses de detenção, se "desentendeu" com os presos da penitenciária.

Durante duas semanas seguidas, o ex-tesoureiro foi obrigado a dormir nos corredores da cadeia, outros presos acusaram dizendo que não aguentavam mais sentir o péssimo fedor de Genu, o ex-tesoureiro estaria tendo graves crises de flatulência. O que teria motivado essas crises, foi uma cirurgia bariátrica que realizou.

Publicidade
Publicidade

Outra pessoa que também teve problemas com outros presos, foi o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró. Sem querer, o ex-executivo urinou em objetos pessoais do lobista Fernando Baiano, o que causou grande confusão.

A Lava Jato que prendeu Genu

O ex-tesoureiro do #PP foi pego pela 29° fase da Operação #Lava Jato, comandada pelo juiz federal Sérgio Moro, magistrado de grande notoriedade por ter colocado grandes nomes na cadeia. No processo, Moro foi enfático: "A propina paga a João Cláudio de Carvalho Genu foi de pelo menos, R$ 3.120.000,00".

Genu já havia sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em um processo do mensalão do Partido dos Trabalhadores (PT), mas pelo visto, não aprendeu a "lição" e a Polícia Federal "caiu em cima" do tesoureiro.

Enquanto estava sendo julgado no STF, Genu ainda recebeu propina, Sérgio Moro revelou que isso seria algo "perturbador", e infelizmente, algo que acontece com facilidade em nosso país, tornando sua condenação muito mais grave, já que cometeu atos ilícitos no mesmo tempo em que estava sendo julgado.

Publicidade

O único crime que Genu não foi acusado foi de lavagem de dinheiro, ano passado Sérgio Moro disse que não haviam provas suficientes.

Em dezembro de 2016, houve uma tentativa de transferir Genu para outra carceragem, mas ele preferiu ficar em #Curitiba, seus advogados alegavam que não teria motivo para a transferência.

O ex-deputado federal José Janene (PP-PR), teve Genu como seu assessor.