Cenas lamentáveis e injustificáveis de violência entre membros de uma mesma família estão rodando as redes sociais. O ponto que mais causa surpresa é o fato da briga registrada ser entre mãe e filha. A filha aparece agredindo a progenitora, que tenta se defender.

As imagens foram feitas aparentemente por um vizinho das duas. Ele acompanha as cenas sem tentar intervir, apenas lamentando o fato da filha não respeitar a mãe.

As cenas começam com a mais jovem em cima da mãe, no meio do mato. Depois a mãe consegue que a filha saia de cima, mas elas não se desgrudam, puxando com força o cabelo uma da outra.

Duas mulheres tentam apartar a briga.

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Uma delas pede para a mãe largar a filha: “Tânia solta a tua filha”. Nenhuma das duas obedecem aos apelos para encerrar a confusão e seguem embrenhadas em uma luta com direito a tapas e socos na cara.

Em um dado momento a filha volta a ficar por cima da mãe e lhe acerta alguns murros. O homem que filma diz que não vai se meter por estar já todo arranhado. Ele adverte que é preciso que a filha respeite mãe. Elas pegam pedaços de madeira e se agridem mutuamente.

As vizinhas tentam de novo separar as duas, sem sucesso. Somente quando uma senhora mais velha se coloca entre as duas é que há uma trégua, ainda que forçada.

Com mais de 109 mil visualizações e quase 900 compartilhamentos, o vídeo de quase dois minutos chega ao fim.

Não é possível determinar a motivação da cena. Mas a principal conclusão que se pode tomar dela é o desgaste dos vínculos familiares com o aumento do desrespeito entre filhos e pais nas últimas gerações.

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O vídeo foi postado em fevereiro, mas segue repercutindo. Pelas imagens nota-se que a filha parece ser adolescente. Já a mãe não aparenta ter mais do que 40 anos de idade.

Entre o mais de 350 comentários que ilustram uma das postagens do vídeo no Facebook, parte dos internautas defende uma educação mais dura dos pais, inclusive com surras e castigos rigorosos. Outra parte alega que violência gera mais violência e que é preciso educar com mais diálogo e menos autoritarismo.

#Crime #Casos de polícia