A vida do goleiro Bruno Fernandes, que acaba de assinar contrato com um clube de futebol, é um enorme incentivo a novos feminicídios no Brasil. É o que pensam muitos brasileiros que acompanham os últimos acontecimentos envolvendo o homem condenado pelo assassinato brutal de uma mulher para se livrar de ter que pagar pensão alimentícia.

O ex jogador, que saiu recentemente da prisão antes de completar a pena total de sua sentença está em Varginha, em Minas Gerais. Segundo o Jornal Extra, Bruno se reuniu com dirigentes do clube mineiro Boa Esporte. A expectativa é de que assinado o contrato com a equipe, ele comece a treinas nos próximos dias.

Publicidade
Publicidade

O futebolista nasceu em Minas, na cidade de Ribeirão das Neves.

A imagem do encontro com os dirigentes circulou nas redes sociais nesta sexta-feira (10). Na foto, feita por moradores de Varginha, o ex atleta e futuro jogador aparece sentado à mesa de um restaurante. Eles aguardavam o almoço enquanto conversavam sobre o regresso de Bruno aos gramados.

Horas antes, o advogado de Bruno, Lúcio Adolfo, tinha confirmado à imprensa que o goleiro estava realmente fechando contrato com a equipe mineira.

O defensor disse que encorajou Bruno a aceitar o primeiro convite que viesse, pois precisa que seu cliente esteja trabalhando, ou seja, com contrato de trabalho vigente, para que isso o ajude nos próximos passos do processo.

Outros clubes também sondaram o ex detento. São eles: Paduense, Friburguense, Bangu, América-RJ, Miami United, Betinense, Ceará e Brasiliense.

Publicidade

O clube mineiro teria sido escolhido porque, segundo o advogado, Minas Gerais é um estado hospitaleiro.

Aliás, segundo Adolfo, em razão da negociação de Bruno com um novo clube, Lúcio Adolfo disse passou para o fim do mês o pedido de exame de DNA que visa atestar a paternidade de Bruninho, filho que o condenado teria tido com Eliza Samudio.

O ex-goleiro ficou preso por seis anos, mas foi beneficiado por uma liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro, no entanto, já reconheceu que sua decisão não foi ‘politicamente acertada’. Entretanto, argumentou que o Judiciário existe para cumprir as leis, mesmo que o entendimento das ruas tenha outra direção. #Crime #Investigação Criminal