No Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância da justiça. No entanto, a côrte costuma estar envolvida em várias polêmicas. Uma delas diz respeito ao Goleiro Bruno, que ficou preso por quase sete anos, condenado pela morte da ex-amante, Eliza Samudio. O Ministro Marco Aurélio Mello deu um habeas corpus ao atleta, argumentando que ela tem residência fixa e que não era mais possível que ele estivesse esperando uma reavaliação do próprio julgamento por tanto tempo. Quem também quis sair da prisão foi o "amigo íntimo" de Bruno Fernandes, Luiz Henrique Romão, mais conhecido como 'Macarrão'.

O advogado de 'Macarrão' entrou na #Justiça e pediu que o Supremo também beneficiasse seu cliente.

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Macarrão e o ex-goleiro do Flamengo eram unha e carne. Macarrão, inclusive, tinha tatuagens em nome do amigo. Nelas, ele falava em "amor eterno". Na época da morte de Eliza Samúdio, os telejornais brasileiros chegaram a cogitar, inclusive, que eles tivessem um romance homossexual às escondidas e que Luiz Henrique Romão matou Eliza para tirá-la do caminho do goleiro. Nunca foi comprovado que o atleta e Macarrão tivessem um caso. No julgamento, Fernandes revelou que ambos eram apenas amigos.

Macarrão não conseguiu a liberdade total, segundo a nova decisão do Supremo. Muita gente estava apavorada sobre a possibilidade dele conseguir o mesmo benefício de Fernandes. Romão teve condenação menor que a de Bruno, 15 anos. Por ter cumprido cerca de um terço da pena, ele já está no chamado regime semiaberto, quando o preso trabalha fora da cadeia e apenas volta para penitenciária para dormir.

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O mesmo benefício era esperado para Bruno, mas apenas no ano que vem, quando o um terço da pena dele estivesse concluída. Bruno era considerado um preso de bom comportamento. Na penitenciária em que ele ficou, em Minas Gerais, o atleta era obedecido pelos outros presos e, inclusive, tinha as chaves das celas.

E você, o que achou da nova decisão do Supremo Tribunal Federal? Deixe seu comentário! Ele é sempre importante. #Crime