Subiu para 17 o número de pessoas mortas de forma violenta no município de Lago da Pedra, a 312 km de São Luís (MA), em 2017, conforme levantamento da Polícia Civil. Na noite de sexta-feira (17), um homem foi assassinado com quatro tiros em um bar no bairro Vieira Neto.

Ele identificado apenas pelo apelido de “Panchico”. De acordo com informações de moradores, dois suspeitos entraram no local e um deles efetuou o disparo contra o rosto da vítima, que estava sentado e morreu no local. A Polícia Militar esteve no local, mas ninguém foi preso até o momento. O caso segue sendo investigado pela Policia Civil da cidade.

O segundo caso ocorreu no sábado (19), onde duas mulheres foram feridas a faca durante uma festa no clube AABB.

Publicidade
Publicidade

As duas mulheres foram levada para o Hospital Serra de Castro. Uma encontra-se em estado grave.

O terceiro #Crime aconteceu no mesmo dia em um bar conhecido como "Bar da Piaba", onde um homem foi atingido por um tiro em uma briga em uma festa na cidade.

Moradores assustados

Segundo informações de moradores, a cidade está vivendo sem paz. Na última semana, uma pessoa foi assassinada e foram registradas três tentativas homicídio.

No ano de 2017, a cidade já está entre as cidades do #Maranhão com o maior numero de homicídios (clique aqui e veja a lista de cidades maios violentas do Brasil). A Policia Civil, que está à frente das investigações, revelou que as mortes estão relacionadas principalmente a confrontos entre traficantes e vingança.

Enquanto Isso, moradores tentam se proteger como podem.

Publicidade

Em Lago da Pedra, reina a lei do silêncio. Ninguém comenta nada sobre o que está acontecendo. Com medo, a população se recusa a dar entrevistas com medo de retaliações. Enquanto isso, a #Violência toma conta da cidade.

Nesta sexta-feira (17), a polícia realizou uma busca por suspeitos, porém ninguém foi preso

População denuncia a insegurança

Moradores denunciam a falta de policialmente na cidade de Lago da Pedra, que tem quase 80 mil habitantes. O município conta hoje apenas com uma viatura da Polícia Militar, que não consegue atender as ocorrências com urgência.

A ausência do governo influencia e é o principal motivo do aumento da in segurança, em especial nos grandes centros. Um e-mail pedindo uma posição sobre essa situação foi enviado para a Secretaria Estadual de Segurança, mas nenhuma resposta foi dada até o momento.