Ainda não houve um desfecho para o caso da suposta agressão envolvendo o cantor sertanejo Victor contra a esposa Poliana Bagatini Chaves.

Saíram os resultados dos exames feitos na suposta vítima e eles apontam que não houve agressões. O laudo foi divulgado durante coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (13). Para os jornalistas, a delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada no Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência de Belo Horizonte, explicou que o Instituto Médico Legal não comprovou a existência de lesões na esposa do cantor, que faz dupla com o irmão Léo.

Isso por si só não é capaz de encerrar o inquérito, que segue em fase de apuração das imagens do condomínio onde o casal morava.

Publicidade
Publicidade

Ainda durante a coletiva, a titular responsável pelo caso disse que está aguardando o laudo do conteúdo das câmeras de segurança do prédio, onde mora também a mãe do artista. Não há testemunhas da briga entre os envolvidos. Segundo a polícia, nem funcionários e nem moradores vizinhos estavam presentes no momento dos fatos.

O motivo da confusão, segundo a delegada, foi o fato do pai ter levado a filha para o apartamento da avó. A mãe da menina foi contra e não gostou de ter sido desautorizada. Foi atrás da menor na residência da sogra, onde houve uma discussão.

Em depoimento prestado neste domingo (12), Victor ficou por mais de duas horas com seu defensor na delegacia, deixando a unidade por volta das 23h30. Na saída, embora com expressão séria, atendeu algumas fãs e até deu entrevista.

Publicidade

No mesmo dia Marisa Chaves Zapalá Pimentel (mãe do cantor) e Paula Chaves Zapalá Pimentel (irmã do artista), também prestaram depoimento. Todos negaram que Poliana tenha sido agredida. A moça teria publicado uma carta nas redes sociais voltando atrás na denúncia. Porém, como ela não retirou a queixa na delegacia, o inquérito segue normalmente.

Uma fonte ligada às investigações disse ao jornal Extra que para a polícia, a carta publicada no Facebook não quer dizer muita coisa, já que a suposta vitima não retornou à delegacia para retirar a queixa. “Qualquer um pode ter feito a carta”, ponderou a fonte. #Investigação Criminal