No ano passado, um estupro coletivo no Rio de Janeiro mexeu com a opinião pública. O abuso sexual de uma jovem menor de idade acabou repercutindo no Brasil e no exterior. O estupro coletivo ocorreu na comunidade do Jacarezinho, na Zona Norte do estado do Rio de Janeiro. Neste fim de semana, o caso ganhou uma repercussão diferente. Um dos acusados do #Crime acabou sendo preso. A situação ocorreu no Morro do Barão, na Praça Seca. A menina tinha dezessete anos, quando tudo aconteceu. O preso em questão, segundo informações da autoridade, é Moisés Camilo Lucena. Ele estava sendo investigado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros.

O criminoso, curiosamente, não estava sendo procurado apenas por esse crime, mas por muitos outros.

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Ele era acusado, por exemplo, de mandar matar um comparsa, que também teria envolvimento com o uso de drogas. . Esse segundo crime teria acontecido, apenas quatro meses depois de o mesmo ter violentado a jovem na comunidade do Rio de Janeiro. O bandido era mais conhecido como 'Canário' e já tinha prisão preventiva expedida, sendo um dos principais autores de atentados diferentes. A polícia disse na apresentação do acusado que ele era acusado de assassinar o ex-comparsa por conta de um acerto de contas. O bandido morto teve o seu nome revelado. Ele seria Leonardo Alcântara Lopes.

O morto foi visto pela última vez em setembro do ano passado, mesma data em que Moisés sumiu. Agora a polícia chegou ao acusado da morte e também do estupro coletivo por conta de dados enviados por testemunhas. A menina abusada sexualmente, por conta dos atos libidinosos, acabou entrando no programa de proteção à testemunha da polícia civil.

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Ela agora está em outro estado brasileiro, que não foi identificado.

Agora a expectativa é que ele possa ser julgado pelo crime de estupro coletivo. Alguns outros acusados já estão, inclusive, presos por conta disso. Na sua opinião, ele deve pagar caro pelo crime que é acusado? Deixe o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante. #Investigação Criminal