No último domingo, 26, um caso de assassinato chocou o Brasil. Uma mãe decidiu matar a própria filha, de apenas quatro anos de idade com uma facada no coração. O golpe mortal matou a menina na hora. A criança foi identificada como Clarice. Já a mãe dela, de 30 anos, é Neila Santos. O #Crime aconteceu na cidade de Canoas, que fica próxima a capital do estado do Rio Grande do Sul, Poro Alegre. De acordo com informações do jornal Extra, em matéria publicada nesta quarta-feira, 29, após ser presa, a mulher tentou explicar porque matou a menininha. De acordo com ela, o ato ocorreu a pedidos de espíritos malignos, ou seja, do capeta.

A mulher ainda confessou que matou a filha e argumentou que isso foi uma forma dela ceder ao clamor espiritual que lhe perturbava.

Publicidade
Publicidade

Em entrevista ao Extra, o delegado Valeriano Garcia, da Divisão de Homicídios da cidade onde o crime ocorreu, confirmou que a facada aconteceu exatamente no coração, um órgão vital, a fim de que a garotinha não tivesse a menor chance de sobreviver. Mesmo sabendo que o que fez era um absurdo, Neila agiu de maneira tranquila, como pode ser visto em vídeo gravado e publicado ao fim dessa reportagem. Segundo Neila, os espíritos mandavam que ela matasse a menina e ela apenas obedeceu. Até mesmo o delegado do caso, acostumado com situações de crimes bárbaros, ficou chocado pelo fato da mulher falar tudo como se fosse a coisa mais normal do mundo, sem o menor arrependimento.

As investigações mostram que o pai da garotinha havia saído de casa e ao retornar encontrou a esposa sobre o corpo da pequena Clarice.

Publicidade

Ele até tentou salvar a menina, mas já era tarde.

Veja abaixo o vídeo que mostra a mãe da criança dizendo que vozes malignas teriam mandado ela matar a garotinha e que ela não conseguiu se controlar. Na sua opinião, a mãe realmente recebeu uma mensagem do capeta, ou isso não passa de uma desculpa para evitar que ela vá parar no xilindró? Deixe o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante para todos nós e ajuda no diálogo de temas relevantes para a sociedade.