Uma mãe de 48 anos realizava verdadeiros atos diabólicos contra o filho, de apenas quatro anos de idade. Os abusos em forma de tortura aconteciam onde a criança deveria ter proteção, a própria residência da família, na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo. A mulher, que não teve o nome identificado, gostava de ver o filho gritar e sofrer, pois repetia, constantemente, o mesmo tipo de abuso. Todas as vezes que a criança fazia algo que ela não gostava, ela era agredida com uma colher quente. Diversas queimaduras foram encontradas no corpo do menor de idade, como mostra uma reportagem publicada pelo portal de notícias R7 nesse sábado, 18,

Segundo a polícia, os abusos aconteciam quase sempre da mesma forma.

Publicidade
Publicidade

A mãe, irritada com o próprio filho, pegava a colher quente e encostava no corpo do menor. Essa era a forma dela castigar o pequeno. Fotos divulgadas pelos agentes da lei mostram os hematomas e outros machucados provocados no corpo do menino. Até sua língua estava em "carne viva". O último castigo teria ocorrido no dia 26 de fevereiro. Tudo porque o menino, com fome, bebeu mais suco do que sua mãe permitia. Para corrigir o fato do menino comer mais do que ela queria, a mãe novamente o torturou com a colher. Ela é separada do pai da criança e foi ele, que encontra o menino a cada quinze dias por decisão judicial, quem percebeu os atos cruéis contra o menor.

“Toda vez que a criança fazia uma bagunça, ela submetia o utensílio à alta temperatura e encostava no corpo da criança, provocando queimaduras e lesões”, explicou o delegado em uma entrevista dada ao R7.

Publicidade

A mãe, inicialmente, quando a polícia esteve em sua casa pela primeira vez, acabou negando o #Crime. No entanto, como os ferimentos na criança eram evidentes, ela foi encaminhada à delegacia. No local, ela se dizia arrependida e disse que tudo não passou de uma brincadeira. O mais provável agora é que o menino torturado agora seja criado pelo pai. A mulher pode passar alguns anos na cadeia por abuso e tortura de incapaz.