Crimes bárbaros, infelizmente, acontecem todos os dias no Brasil e no mundo. No entanto, alguns, em especial, acabam chocando mais a população. É algo o que tem acontecido, por exemplo, na cidade de Palotina, que fica no Oeste do Paraná. De acordo com a imprensa local, um recém nascido foi encontrado sem vida em uma matagal por agentes da Polícia Civil da região. O bebê já estava em estado lamentável, com o corpo sendo decomposto. O matagal fica perto de uma residência, a qual a mãe e o suposto pai da criança moram. A mãe do bebê teria apenas quatorze anos. Ela diz que não sabe quem é o pai do bebê, pois ele é fruto da relação de um estupro.

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A menor era abusada sexualmente pelo pai e pelo irmão. O pai da menina tem 42 anos, já o irmão vinte. A mãe da jovem é falecida e ela era a única mulher da casa, tendo que fazer as tarefas domésticas e também sexuais com os familiares. Nenhum dos acusados, tampouco o nome da vítima foram reveladas. Uma outra mulher, que seria madrasta da garota, mas que pouco ia à residência onde os abusos ocorriam, sabia do estupro, mas não teria feito nada. Por ter sido conivente com o #Crime, ela também acabou indo parar no xilindró.

De acordo com o delegado Aldair da Silva Oliveira, o Conselho Tutelar da cidade fez uma denúncia na delegacia há cerca de uma semana falando que uma garota com menos de dezoito anos deu à luz em casa, sem qualquer assistência médica. Isso chamou a atenção dos policiais, que, mais tarde, descobriram que o enterro do bebê, que nasceu morto, ocorreu no quintal.

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Os três maiores de idade, no início, acabaram indo parar na prisão por ocultarem um cadáver. Mais tarde, o pai da menina contou que ela ficou grávida dele ou do irmão dela, mas que não matou o recém-nascido. O parto teria sido de risco, mas mesmo assim, tudo ocorreu em casa. Todos os três acusados podem passar muito tempo na prisão.

Na sua opinião, que tipo de punição pessoas como essa merecem? Deixe o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante para todos nós.