Infelizmente, estudar pode ser uma verdadeira tortura para alguns alunos. A pressão psicológica em algumas escolas e grande e, para alguns alunos, o fato de tentar ter o aprendizado acaba em tragédia. Nesta sexta-feira, 10, o portal de notícias R7 divulgou uma triste notícia envolvendo uma menina, que acabou sendo morta por conta do Bullying. A adolescente, de apenas quatorze anos, foi identificada como Marta Avelnhaneda Gonçalves. Segundo o R7, o que motivou sua despedida da vida foi uma briga entre alunos da classe de Marta, em uma escola do Sul do Brasil. O #Crime ocorreu na quinta-feira, 9, e hoje a Escola Estadual em Cachoeirinha sequer abriu.

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O cenário do crime bárbaro contra a bela jovem aconteceu na escola pública, localizada na capital do estado do Rio Grande do Sul, a cidade de Porto Alegre. A escola confirma que decidiu suspender as aulas depois que a estudante foi morta em uma das salas do colégio. A garota estava no local há apenas três dias. Marta era novata na escola e não foi bem recebida pelas colegas. O desentendimento ocorreu com pelo menos três delas. O bullying ocorreu desde o primeiro dia de aula e o sofrimento da garota estava estampado.

No momento da confusão, não havia nenhum funcionário público do estado por perto. Marta viu-se abandonada pelos professores. Segundo informações de testemunhas, as garotas começaram a agredir a estudante que, em seguida, foi jogada no chão. Deitada e machucada, a aluna começou a passar muito mal.

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Vendo que a coisa estava ficando sérias, outros colegas de classe da vítima decidiram ligar param o Samu, o serviço médico de urgência.

A vítima das agressões até foi levada para o hospital, mas não resistiu. O coração e o pulmão de Marta pararam. O motivo? Segundo os médicos que atenderam a estudante novata, ela sofreu um enforcamento e morreu por asfixia. O enforcamento foi tão forte que a não se descarta que algum garoto tenha participado da ação. As alunas que bateram na garota acusam ela de ser culpada pela própria morte. Elas foram levadas para a delegacia, mas por serem menores foram liberadas. #Investigação Criminal