Crimes bárbaros, infelizmente, acontecem todos os dias no Brasil e no mundo. No entanto, um crime, em especial, chocou a cidade de Maceió. O menino Samuel Gomes dos Santos, de apenas seis anos de idade, foi morto por um amiguinho, outro garoto, de apenas treze anos. O corpo de Samuel foi encontrado carbonizado. O amiguinho, até então visto quase como um santo, não teve dó da criança menor e a assassinou no dia 4 desse mês. O cadáver de Samuel, no entanto, foi encontrado apenas no dia 9 em uma grota. O motivo do crime, segundo informações da polícia, seria o fato da criança ter xingado a maior.

O caso foi investigado pela Delegacia de Homicídios de Maceió e o resultado final sobre o #Crime bárbaro foi anunciado em uma coletiva de imprensa, que ocorreu na sede da própria Secretaria de Segurança Pública da cidade.

Publicidade
Publicidade

A delega responsável pelo caso, Daniella Alves, informou que o garoto de 13 anos confessou o crime. Uma outra criança teria visto o adolescente estrangulando Samuel e decidiu denunciar o assassino de seu amigo. Inicialmente, o jovem negou o crime, inventou histórias, mas no fim de tudo decidiu confessar o que fez.

A testemunha do crime informou que viu o exato instante em que o amigo estrangulava o menino de seus anos. Sabendo que foi visto, o 'Menino Anjo' decidiu ir atrás das demais crianças e informou que, caso elas o denunciassem, também seriam mortas, assim como aconteceu com Samuel. O crime demorou a ser resolvido, pois a mãe da criança demorou a fazer uma denúncia do homicídio. Na delegacia, ela informou que o menino, frequentemente, passava quatro ou cinco dias na casa de amigos ou parentes e que, quando ele foi morto, não estava em sua residência.

Publicidade

Após matar o menino de seis anos, o 'Garoto Anjo' voltou ao local do crime e, com a ajuda de outro menor, colocou fogo no corpo do menino. O objetivo dele seria que o cadáver não fosse reconhecido por outras pessoas e pela polícia. O pai do morto contesta a versão da polícia e acredita que um adulto participou da alão. #Investigação Criminal