Mais uma cena cotidiana mostra o quanto o respeito dos filhos por seus pais está se deteriorando na atual sociedade. Desta vez as cenas foram flagradas em o que parece ser uma sala de espera de algum consultório médico.

O vídeo, flagrado por alguém incomodado com a situação e que estava a alguns metros do fato, está circulando nas redes sociais. São cenas ocorridas em algum país de língua inglesa.

As imagens mostram um quadro precoce do que pode vir a ser, no futuro, um clássico caso crônico de violência doméstica de filhos contra seus pais.

O pequeno agressor do vídeo é um garoto com aproximadamente 10 anos de idade.

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Ele aparece visivelmente irritado ao lado da mãe. Ambos estão sentados lado a lado, mas ele não quer ficar no local e a todo momento tenta sair de perto. Na primeira tentativa ela o busca e o traz de volta pelo braço, colocando-o sentado novamente. Ele passa a fazer malcriações e tenta separar as cadeiras. Sai andando de novo. Ela o resgata e o faz voltar à cadeira.

De repente, o menor lança a mão contra o rosto a progenitora. Ela apenas se esquiva, mas não revida. O menino fica inconformado, reclama algo. Ela tenta não fraquejar na autoridade e continua aguardando que ambos sejam chamados.

O moleque se debate, faz birra e sai de novo. Ela o pega pela camiseta e ele vai pra cima, usando as duas mãos para acertá-la no rosto. De novo a mãe apenas se defende. Ele dá um soco de leve no queixo dela.

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Mais uma vez ela releva, porém o segura pela calça para que ele não fuja. Irritado, ele tenta tirar as mãos dela e desfere novo ataque.

Cansada, ofegante e visivelmente abalada, a mãe segue tentando manter a paciência. Mais uma vez ele se debate. Ela coloca o braço à frente da cadeira, para que ele não escape mais. O filho tenta passar por baixo, e ao ver que não conseguirá, a ataca por trás, puxando-lhe o cabelo. Somente na sexta agressão ela rebate, afastando-se e dando um tapa no moleque.

Depois de dois minutos e quarenta segundos de cenas lamentáveis, o vídeo termina. A sensação é que as agressões continuam no mesmo ritmo.

#Crime #Casos de polícia