O #Crime aconteceu no último domingo (12), dentro de uma casa na zona rural de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. A vítima Simone Moura Facini Lopes, de 31 anos, foi encontrada morta, seminua, acorrentada em uma cama, com sinais de ferimentos graves na cabeça. A polícia investiga o caso.

O crime bárbaro aconteceu em uma residência humilde, onde moravam dois lavradores, um de 47 anos e outro de 64 anos. A vítima era uma mulher religiosa, que fazia diversos serviços comunitários, dentro e fora da igreja.

No local em que foi encontrada morta, Simone ajudava um senhor de 64 anos, ensinando-o a ler e escrever. A jovem segundo a família era uma pessoa que só pensava em ajudar os outros.

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No final da manhã de domingo a jovem foi à residência rural, pois costuma fazer estudo da bíblia com o senhor de 64 anos, a quem ela já vinha ajudando a 6 meses, a ler e escrever. Porém como a jovem demorou muito o marido foi até o local, mas a mulher já estava morta.

De acordo com a polícia, um dos moradores da residência foi quem acionou a polícia. O homem de 47 anos, disse que chegou e já encontrou a mulher morta e naquele estado. Ele também entregou a polícia uma marreta com marcas de sangue, que foi apreendida pela perícia.

O idoso de 64 anos, não foi encontrado no local e ainda encontra-se desaparecido. Segundo informações fornecidas pelo delegado responsável pelo caso, Fernando Tedde, contou que os dois homens tem passagens pela polícia por violência sexual. De acordo com ele quanto mais à polícia vai o local mais o leque de opções aumenta, por este motivo a polícia trabalha com todas as linhas de investigação.

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Afirmou que todos que tinham contato com a vítima no local serão investigados, assim como o idoso que até agora não foi encontrado, gerando sobre ele uma maior atenção como suspeito.

Simone era casa há 13 anos, e tinha um filho de 12 anos, sempre foi uma mulher de bom coração, amada por todos. A família está arrasada, o crime chocou os moradores da região. O sepultamento da jovem acontecerá nesta terça-feira (14), no cemitério São João Batista.

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG), continua investigando o caso, colendo provas e depoimentos para que o mais rápido possível o responsável pelo crime brutal seja punido. #Investigação Criminal