Depois de xavecar a mulher errada e tentar trair o próprio amigo, um homem cai em uma emboscada armada pelo próprio casal.

O resultado do encontro entre ex amigos foi registrado por um celular. A própria mulher que levou a cantada fez questão de gravar as cenas.

Depois de dar corda para o cortejador, a mulher fingiu que estava caindo na lábia dele e o chamou para a residência do casal. Disse que naquele momento seu marido não estaria no local. O ‘xavecador’ não se deu conta de que era uma armadilha. Ele foi todo animado até a casa e lá encontrou o marido e ex amigo de campana.

Nem é preciso dizer que o amigo traído partiu para a agressão.

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Mas primeiro ele perguntou várias vezes ao rapaz o que ele estava fazendo lá. O cortejador de mulheres casadas ficou sem reação e pedia a todo momento calma para o amigo. “Não faz isso comigo. Calma”.

Não adiantou. O amigo traído o colocou para fora da garagem a base de socos e pontapés. O outro apenas tentou se defender. Já fora da casa, saiu correndo e na esquina levou mais golpes do agressor.

Populares perguntaram o que estava se passando e a mulher pivô da briga disse que o agredido é ‘talarico’ e queria destruir mais uma família. Até o filho do casal estava testemunhando a lição dada no ‘xavecador’.

No momento do corre-corre, quase houve atropelamentos na rua. Com a honra ofendida, o agressor não parava de bater no homem, que supostamente estava tentando manter um caso com sua esposa.

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O vídeo de quase dois minutos e meio foi publicado nas redes sociais e em menos de 20 horas já foi compartilhado mais de 2.700 vezes. Nos comentários as opiniões estão bem divididas. Alguns apoiam totalmente a atitude da mulher em preservar seu casamento e inflamar o marido a dar uma lição no amigo traíra para que ele pense duas vezes em agir assim novamente.

Outros dizem que ela foi irresponsável ao ajudar a armar um embate que poderia resultar até em morte. Os partidários desta segunda tese dizem que ela poderia apenas ter contado para o marido o que o outro estava fazendo e ponto final, sem a necessidade de expor os familiares a riscos.

#Crime #Casos de polícia