Em setembro do ano passado, o Brasil ficou chocado com o caso das duas amigas de Santa Maria, no Distrito Federal, que foram encontradas mortas carbonizadas em um buraco em uma área rural.

Chamava a atenção a idade precoce de ambas. Letícia Ibiapino tinha 14 anos e Nicolly Santanna, 15 anos. O que as duas tinham em comum? Supostamente se envolveram com jovens criminosos e acabaram levando a pior.

O caso só foi esclarecido mais de dois meses depois dos assassinatos. Em 22 de novembro, foram presos dois rapazes acusados de matar as adolescentes.

Segundo a polícia, os responsáveis pelos crimes são Evandro Emanuel de Oliveira Cruz, de 19 anos e Sammer Muhammad Ferreira, 22 anos.

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Eles ainda não foram julgados. Pesam contra a eles as mortes das meninas a pedradas. Depois do duplo assassinato, os corpos foram carbonizados e jogados em uma vala, no Núcleo Rural Alagados.

Os cadáveres foram encontrados pelo proprietário de uma pequena chácara. Segundo as autoridades, é cada vez maior o nível de crueldade nos crimes praticados por bandidos de menor faixa etária.

Evandro Emanuel tinha antecedentes criminais por ato infracional análogo ao #Crime de roubo. O seu parceiro não tinha passagens. Na época, os familiares das vítimas disseram que não sabiam que elas tinham envolvimento pessoas ligadas ao crime. Mas uma delas tinha antecedentes de atos infracionais análogos ao furto.

Outro caso de amigas que morreram após algum indício de ligação com o crime aconteceu em São Luís do Maranhão, no Maranhão, no último dia 11 de dezembro.

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As moças, cujos nomes não foram divulgados, foram encontradas mortas após gravarem um vídeo com apologia ao crime e ameaça a uma facção rival, no bairro Coroadinho.

Segundo noticiaram alguns veículos de imprensa na época, as jovens foram assassinadas pelos próprios companheiros, que participavam de uma orgia com drogas. Segundo esta versão, após registrarem o sumiço de uma carteira de um deles, as duas foram apontadas como culpadas. Elas foram abusadas e mortas a pauladas. Fotos do estado dos corpos se espalharam na época pelas redes sociais.

#Casos de polícia