Às vezes as pessoas se deparam com situações tão estranhas na internet que fica difícil de saber qual parte está certa. Afinal, essas histórias acabam envolvendo diversas circunstâncias, que fazem com que todos fiquem confusos com o desfecho desses casos. São fatos que deixam todo mundo perplexo diante de tamanha atrocidade cometida contra pessoas tão inocentes, como jovens e crianças que não podem se defender sozinhas ainda.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, nenhuma criança pode exercer atividade de trabalho antes dos 14 anos em lugar nenhum do Brasil. Antes do ECA, era comum meninos de 12, 10 e até oito anos perderem sua infância para a enxada e o foice trabalhando em lavouras em todo o país.

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Mas, graças as leis que protegem as crianças e os adolescentes do trabalho, essa realidade é bem diferente nos dias atuais, embora alguns casos aconteceram isoladamente em alguns lugares do Brasil, essa não é mais a realidade de milhões de brasileiros, como era há alguns anos atrás.

Em um vídeo polêmico que caiu na internet, um menino de menos de dez anos é visto trabalhando como pedreiro em uma obra no sul do país. O homem que faz as imagens é seu #Pai e demonstra orgulho em ver o #filho tão pequeno já trabalhando, chegando a dizer até que ‘quem não conhece, esse é o mais novo pedreiro da família Fonseca’, alegando que o menino iria trabalhar naquela profissão desde então.

Por mais que o pai queria apenas ensinar o ofício ao filho, é proibido por lei crianças tão pequenas como o menino das imagens trabalhar em qualquer tipo de situação.

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O vídeo acabou trazendo problema para o pedreiro que filmou seu filho trabalhando, e o homem acabou sendo preso após o Conselho Tutelar de sua região receber uma denuncia contra ele.

Muitas pessoas acabaram saindo em defesa do homem, dizendo que o que ele estava fazendo ao gravar o vídeo não tinha mal nenhum. Mas, o que poucos sabem é que um menino de 10 anos, realmente não deveria estar realizando aquela tarefa e ao contrário disso, deveria estar na escola ou em casa, estudando e brincando, como garante o Estatuto da Criança e do Adolescente. Assista: