O Goleiro Bruno voltou à tona na mídia nessa semana, quando anunciou que será contratado pelo Boa Esporte, clube localizado na cidade de Varginha, em Minas Gerais. O contrato oficial do ex-Flamengo será assinado apenas no meio da semana, mas o anúncio por si só do reforço do clube gerou muita controvérsia nas redes sociais. De acordo com informações do jornalista Anderson Antunes, do portal de notícias R7, o dono do Grupos Gois e Silva, que é o principal patrocinador do time que contratou o goleiro ex-preso, estaria respondendo a alguns crimes.

O empresário em questão, identificado como Rafael Gois, teria sido alvo de uma Operação da Polícia Civil ainda no começo do ano.

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A investigação cumpria mandados da justiça e fez apreensões na empresa de Rafael. Uma das acusações contra o empresário é que ele fazia falsos contratos, que serviam apenas como fachada. O objetivo dele ao realizar tais contratações, segundo a investigação, seria ter vantagens indevidas. O patrocinador do time que contratou o #Goleiro Bruno ainda é acusado de falsificação de documentos oficiais, organização criminosa e até estelionato. Tudo isso em tempos em que o Brasil vive inúmeras operações policiais contra empresários e políticos.

Gois também fez muito mais do que patrocinar um time e ter uma empresa. No ano passado, ele chegou a se candidatar à prefeitura de São Gonçalo de Sapucaí, mas perdeu o pleito. Ele ainda tem várias empresas. Os bens do empresários, somados, chegam à incrível marca de R$ 180 milhões declarados, como informa um registro de renda enviada pelo próprio político ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Mais curioso ainda é que o empresário que ajudou a contratar Bruno Fernandes não teria nem mesmo o ensino fundamental completo.

Em nota enviada ao 'Diário do Nordeste', o Grupo Gois e Silva disse que quando iniciou o processo de patrocínio ao time, Bruno não era um dos contratados. A empresa ainda diz que não tem qualquer participação em quem deve ou não ser contratado. A empresa ainda analisa que medidas tomará. #Crime