Um grande aborrecimento aconteceu na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do #Hospital Santa Joana, em São Paulo, capital. Um casal de músicos tinham acabado de dar à luz a uma menina, Yara Villão e Júlio Pelloso relataram todo o acontecimento e alertam os próximos pais para não correrem esse risco.

O hospital estabeleceu um protocolo de amamentação, disponibilizando quais seriam os horários que as mães poderiam amamentar seus filhos, a situação deixou muitas pessoas perplexas. O hospital marcou horários para que as mães amamentassem sem a presença masculina, ou seja, em horários de duas em duas horas as mães tinham o direito de dar leite para as crianças, mas no horário da visita dos pais, isso seria impossível.

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Yara fez uma postagem na rede social Facebook contando como tudo aconteceu: "É Carnaval, e é possível ver vários peitos na TV. Enquanto isso, na UTI, sou solicitada a tirar meu bebê do peito, pois é o horário da visita dos pais."

Segundo a mãe, a enfermeira disse que seria impossível ela amamentar e que deveria seguir as regras do hospital. Mesmo Yara explicando que demorou muito para a bebê conseguir pegar o peito da forma correta, e afirmando que iria cobrir a cabeça da criança, a enfermeira foi firme: "Não é permitido".

Quando a médica pediatra passou pelo local, disse para a mãe que pelo fato de ter pessoas de diferentes culturas no lugar, como muçulmanos, judeus e cristãos ortodoxos, eles não encaram a amamentação como o casal. Como uma forma de "contemplar a todos", criaram essa regra.

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Ato ilegal

A postagem no Facebook repercutiu, muitas pessoas ficaram contra a atitude do hospital e chegaram até ir na página oficial reclamar sobre a postura adotada. Ainda assim, como justificativa, o protocolo do hospital citava que isso seria uma forma de "proteger" as mães que poderiam se sentir mal com a presença dos homens. Segundo o estabelecimento, a criança não iria passar fome, pois a alimentação seria complementada com leite na mamadeira.

O hospital entrou em contato com a família e eles marcaram uma reunião para discutir o caso. O casal contou que pediram desculpas pelo acontecido.

É de #lei permitir que uma mãe amamente seu filho em lugar público ou privado. O hospital poderia levar uma multa de R$ 500 reais pelo ato ilegal. #Bebê