Uma situação extremamente "inusitada" se desdenhou nas dependências da Operação Lava-Jato, mais especificamente na carceragem da Polícia Federal. O local onde ficam presos envolvidos nos escândalos de #Corrupção na Petrobras, passou por algo atípico nas últimas semanas. Um dos presos da força-tarefa, João Cláudio Genu, ex-tesoureiro do PP, enfrentou momentos complicados durante parte do período em que se encontra detido sob a custódia da maior operação de combate à corrupção, de que se tem notícia na história do país.

A Lava-Jato é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná e apura escândalos de corrupção bilionários que foram responsáveis pela "sangria" dos cofres públicos da maior estatal brasileira; a Petrobras.

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Crises de flatulência

Um dos detidos no âmbito da Operação Lava-Jato e que era responsável pela tesouraria do partido progressista, João Cláudio Genú, acometido por um problema de saúde, se deparou com uma situação constrangedora. Genu que foi assessor do deputado federal José Janene, havia sido submetido a um processo cirúrgico, a chamada "cirurgia bariátrica", geralmente, recomendada por médicos e especialistas à pessoas que sofrem de obesidade mórbida.

O ex-tesoureiro do PP está preso na carceragem da Polícia Federal, desde o mês de maio do ano passado. O que vem à tona no momento presente, é que ele chegou a ter que dormir no corredor das dependências próximas à carceragem da Polícia Federal, devido às crises de flatulência, ou seja, devido à liberação de gases intestinais, devido à complicações de sua cirurgia bariátrica.

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O episódio ocorreu pela irritação de outros presos que resolveram, de certa forma, "expulsar" João Cláudio Genu, da cela com quem compartilhavam. Outro incidente na Lava-Jato, trata-se do ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró. Ele também se envolveu com problema na cela, por ter urinado, de forma acidental, em objetos pessoais de outro preso, o lobista Fernando Baiano. #SérgioMoro #Lava Jato