Muita gente acha que 'Serial Killer' é coisa cinema americano, ou algo que não acontece no Brasil. Os assassinos em série, no entanto, muitas vezes, estão mais perto do que muitos imaginam. Prova disso foi que apenas em 2014 um carioca foi preso e, pasmem, após matar pelo menos 40 pessoas na Baixada Fluminense. Nessa semana, a 'Revista Época' fez uma reportagem sobre o caso e se perguntou o óbvio, como as autoridades não perceberam nada, ou demoraram tanto tempo para desconfiar do homem. Sailson José das Graças é o assassino em série em questão. Ele trabalhava e não fazia os outros desconfiarem de sua veia criminosa. Sailson não chegou nem mesmo a concluir o ensino fundamental, fazendo atividades laborais como servente, eletricista e pintor.

O assassino sempre foi violento e havia sido preso três vezes, mas mesmo assim, ninguém poderia imaginar que ele matou tantas pessoas.

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As prisões ocorreram por porte ilegal de arma de fogo. A prisão de Sailsou durou apenas três meses. Tempo suficiente para ele voltar ao convívio em sociedade e fazer ainda mais assassinatos. Quando pequeno, o serial killer espancava as irmãs. Já adulto, suas vítimas preferenciais eram mulheres. Ao todo, foram 38 mulheres assassinadas e 2 homens. O primeiro #Crime do assassino foi em 2015. O último assassinato em 2014. Em nove anos, ele matou 40 pessoas. Uma média de 4 por ano. Uma a cada três meses. O destino do criminoso também não foi dos mais bonzinhos. Hoje ele vive uma vida assustadora, dividindo uma cela super lotada.

A preferência do assassino eram as mulheres com pele clara e atraentes. Quanto mais femininas, mais vontade ele tinha de matá-las. Em depoimento dado à polícia, o serial killer confessou os crimes e dizia que matar o deixava mais calmo.

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A partir do momento que ele ficava muito tempo sem cometer nenhum crime, o nervosismo voltava e isso o atormentava. Os crimes aconteciam durante a noite. Ele esperava uma vítima desacompanhada passar, a fim de realizar o ato bárbaro. A preocupação hoje da polícia é saber se existem mais mortes ou conexões entre os crimes que ainda não foram descobertas. Caso existam, muitas pessoas poderiam estar em risco na nossa sociedade.